Cury (CURY3): Vendas líquidas crescem 10,7% e atingem R$ 1,8 bi no 3T26; veja prévia
A Cury (CURY3) registrou vendas líquidas de R$ 1,8 bilhão no terceiro trimestre, alta de 10,7% na comparação anual, reforçando o ritmo comercial da construtora no período.
Os lançamentos alcançaram R$ 2,12 bilhões em valor geral de vendas (VGV), avanço anual de 6,9%. A incorporadora lançou oito empreendimentos, que somam 6.503 unidades. Desse montante financeiro, R$ 1,86 bilhão corresponde à participação da Cury, equivalente a 87,5% do total.
O preço médio das unidades lançadas chegou a R$ 326,5 mil, uma alta de 12% ante o terceiro trimestre de 2025.
No desempenho comercial, a velocidade de vendas, medida pelo indicador de vendas sobre oferta (VSO), apresentou movimentos distintos. A VSO bruta atingiu 43,6%, aumento de 0,2 ponto percentual na comparação anual, enquanto a líquida recuou 0,9 ponto, para 39,7%.
De janeiro a setembro, as vendas líquidas totalizaram R$ 6,39 bilhões, crescimento de 3,1% frente aos nove primeiros meses de 2025. A VSO líquida acumulada ficou em 67,3%, redução de 2,5 pontos percentuais.
A geração de caixa operacional foi de R$ 253,6 milhões entre julho e setembro, avanço de 8,8% sobre os R$ 233,1 milhões registrados um ano antes. Com isso, a companhia completou 30 trimestres consecutivos de geração de caixa positiva.
Nos nove primeiros meses de 2026, a geração de caixa somou R$ 491,8 milhões, alta de 35,8% na comparação com os R$ 362,2 milhões do mesmo intervalo de 2025.
A Cury terminou setembro com 7.956 unidades em estoque, avaliadas em R$ 3,10 bilhões. Os imóveis em andamento representavam 98% desse valor, enquanto as unidades concluídas respondiam pelos 2% restantes.
Já o banco de terrenos alcançou R$ 26,11 bilhões em VGV potencial, crescimento de 11,8% em relação ao encerramento do terceiro trimestre de 2025, com capacidade para 83.021 unidades.
Desse potencial de vendas, R$ 20,16 bilhões estavam concentrados em São Paulo e R$ 5,95 bilhões no Rio de Janeiro.