Imóveis

Cury (CURY3): Vendas líquidas crescem 10,7% e atingem R$ 1,8 bi no 3T26; veja prévia

08 out 2026, 19:29 - atualizado em 08 out 2026, 19:31
Cury (CURY3) (Imagem: divulgação)
Cury (CURY3) (Imagem: divulgação)

A Cury (CURY3) registrou vendas líquidas de R$ 1,8 bilhão no terceiro trimestre, alta de 10,7% na comparação anual, reforçando o ritmo comercial da construtora no período.

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Os lançamentos alcançaram R$ 2,12 bilhões em valor geral de vendas (VGV), avanço anual de 6,9%. A incorporadora lançou oito empreendimentos, que somam 6.503 unidades. Desse montante financeiro, R$ 1,86 bilhão corresponde à participação da Cury, equivalente a 87,5% do total.

O preço médio das unidades lançadas chegou a R$ 326,5 mil, uma alta de 12% ante o terceiro trimestre de 2025.

No desempenho comercial, a velocidade de vendas, medida pelo indicador de vendas sobre oferta (VSO), apresentou movimentos distintos. A VSO bruta atingiu 43,6%, aumento de 0,2 ponto percentual na comparação anual, enquanto a líquida recuou 0,9 ponto, para 39,7%.

De janeiro a setembro, as vendas líquidas totalizaram R$ 6,39 bilhões, crescimento de 3,1% frente aos nove primeiros meses de 2025. A VSO líquida acumulada ficou em 67,3%, redução de 2,5 pontos percentuais.

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A geração de caixa operacional foi de R$ 253,6 milhões entre julho e setembro, avanço de 8,8% sobre os R$ 233,1 milhões registrados um ano antes. Com isso, a companhia completou 30 trimestres consecutivos de geração de caixa positiva.

Nos nove primeiros meses de 2026, a geração de caixa somou R$ 491,8 milhões, alta de 35,8% na comparação com os R$ 362,2 milhões do mesmo intervalo de 2025.

A Cury terminou setembro com 7.956 unidades em estoque, avaliadas em R$ 3,10 bilhões. Os imóveis em andamento representavam 98% desse valor, enquanto as unidades concluídas respondiam pelos 2% restantes.

Já o banco de terrenos alcançou R$ 26,11 bilhões em VGV potencial, crescimento de 11,8% em relação ao encerramento do terceiro trimestre de 2025, com capacidade para 83.021 unidades.

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Desse potencial de vendas, R$ 20,16 bilhões estavam concentrados em São Paulo e R$ 5,95 bilhões no Rio de Janeiro.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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