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Cyrela (CYRE3) lucra R$ 297 milhões no 1T26, queda anual de 9%

15 maio 2026, 7:56 - atualizado em 15 maio 2026, 7:56
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Cyrela (CYRE3) lucra R$ 297 milhões no 1T26, queda anual de 9% (Foto: Flávya Pereira/Money Times)

A construtora Cyrela (CYRE3) registrou lucro líquido de R$ 297 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), queda de 9% em relação a igual período de 2025, segundo balanço divulgado nessa quinta-feira (14).

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Entre janeiro e março, a receita líquida da incorporadora totalizou R$ 2,02 bilhões, crescimento de 4% na mesma base de comparação anual.

Em média, analistas esperavam lucro líquido de R$ 394 milhões e receita líquida de R$ 2,2 bilhões, de acordo com previsões compiladas pela LSEG.

A margem bruta subiu 0,4 ponto percentual e chegou a 32,9%, enquanto a margem bruta ajustada cresceu 1,8 ponto, para 36,1%.

Já as despesas comerciais da empresa somaram R$ 277 milhões no 1T26, alta anual de 38%. As despesas gerais e administrativas, por sua vez, atingiram R$ 134 milhões, avanço de 6%.

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A construtora também reportou geração de caixa de R$ 134 milhões entre janeiro e março, contra geração de R$ 71 milhões um ano antes.

A dívida líquida ajustada da companhia no fim do trimestre somava R$ 2,18 bilhões, recuo de 6% ante o quarto trimestre de 2025 (4T25), com alavancagem de 19,6%.

Números operacionais

No campo operacional, a Cyrela lançou 12 empreendimentos nos três primeiros meses de 2026, ante 18 no início do ano passado, com valor geral de vendas (VGV) de R$ 2,4 bilhões.

A participação da construtora nos lançamentos do trimestre atingiu 73%, abaixo do registrado no 1T25 (75%) e no 4T25 (76%).

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As vendas líquidas contratadas somaram R$ 2,9 bilhões no 1T26, queda de 3% em relação aos R$ 3 bilhões apurados um ano antes.

Os dados operacionais resultaram em um indicador de vendas sobre oferta (VSO) de 12 meses de 45,8%, abaixo dos 52,6% observados no mesmo período de 2025, mas acima dos 45,2% registrados no 4T25.

Ao final de março, o estoque de imóveis a valor de mercado somava R$ 11,3 bilhões, alta de 22% na comparação anual.

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Jornalista formado e com MBA em Planejamento Financeiro e Análise de Investimentos. Passou pelas redações da TV Band, UOL, Suno Notícias e Agência Mural, e foi líder de conteúdo no 'Economista Sincero'. Hoje, atua como repórter no Money Times.
Jornalista formado e com MBA em Planejamento Financeiro e Análise de Investimentos. Passou pelas redações da TV Band, UOL, Suno Notícias e Agência Mural, e foi líder de conteúdo no 'Economista Sincero'. Hoje, atua como repórter no Money Times.
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