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Debandada na B3: além da Neogrid e da Mills, veja mais empresas que deixaram a bolsa recentemente

27 maio 2026, 15:03 - atualizado em 27 maio 2026, 15:03
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Desde o ano passado, o movimento de saída da B3 tem sido marcante, sendo que entre janeiro de 2025 e abril de 2026 21 companhias deixaram a bolsa, segundo o banco de dados da B3. (Imagem: Divulgação/B3)

Na semana passada, a Neogrid (NGRD3) anunciou que realizará seu fechamento de capital, dando adeus à bolsa brasileira em 2026. Nessa segunda-feira (25), foi a vez da Mills (MILS3) anunciar sua venda para a francesa Loxan, que também culminará em sua saída da B3.

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Em fato relevante, o conselho de administração declarou que fará uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) que visa tanto a aquisição do controle quanto o cancelamento de seu registro na bolsa brasileira.

O preço por ação ficou estabelecido em R$ 30,89 e o leilão da OPA está marcado para amanhã (27).

Desde o ano passado, o movimento de saída da B3 tem sido marcante, sendo que entre janeiro de 2025 e abril de 2026 vinte e uma companhias deixaram a bolsa, segundo o banco de dados da B3.

Já no caso da Mills, a Loxam, que pagou R$ 3,8 bilhões pelo controle da empresa de locação de máquias, será obrigada a realizar uma OPA aos acionistas minoritários, conforme previsto nas regras do Novo Mercado da B3. De acordo com o CEO, os investidores menores terão direito às mesmas condições oferecidas ao bloco controlador.

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Veja outras empresas que saíram da B3 recentemente:

Banco Pan

Em janeiro deste ano, o Banco Pan (BPAN4) aprovou em assembleia geral a retirada das ações de emissão na bolsa brasileira.

A decisão veio após a incorporação do banco pelo BTG Pactual (BPAC11) em dezembro do ano passado, tornando o Pan uma subsidiária do banco de investimentos.

Mercantil Financeira

Ainda em janeiro, o Banco Mercantil anunciou o fechamento da controlada Mercantil Financeira.

A OPA foi realizada ao preço de R$ 14,40 em fevereiro e em março as ações da companhia deixaram de ser negociadas na B3.

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Gol

A Gol (GOLL54) oficializou a saída da B3 no início de abril de 2026, após a Abra Group, holding controladora da companhia, decidir fechar o capital da aérea na Bolsa como parte de uma reorganização societária.

Em outubro de 2025, a aérea propôs, sob a justificativa de simplificar a estrutura, buscar sinergias e reduzir custos, a incorporação da subsidiária Gol Investment Brasil (GIB) pela Gol Linhas Aéreas (GLA), que era uma subsidiária integral da Gol, de capital fechado.

Com a incorporação proposta, a Gol e a GIB deixaram de existir, com a GLA (Gol Linhas Aéreas), de capital fechado, assumindo todos os direitos e obrigações e culminando na saída da companhia da Bolsa.

Carrefour Brasil

Em dezembro de 2025, o Carrefour Brasil (CRFB3) aprovou o encerramento de sua participação na B3, após uma reestruturação global promovida pela controladora francesa.

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A OPA foi realizada com o objetivo de unificar a governança e retirar a subsidiária do mercado brasileiro.

Após o fechamento de capital, o Carrefour Brasil passou a emitir exclusivamente títulos de dívida, como debêntures e notas promissórias.

*Com supervisão de Vitor Azevedo

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Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
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