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Em ano de incertezas, Bradesco BBI aponta 2 ações com bons rendimentos para ter como porto seguro

13 jan 2026, 12:08 - atualizado em 13 jan 2026, 12:08
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(Imagem: iStock)

O Bradesco BBI atualizou seu modelo para as ações da Telefônica Brasil (VIVT3) e Tim (TIMS3), com ajustes pontuais antes dos resultados do quarto trimestre de 2025 e mantendo a recomendação de compra para ambas as empresas.

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Os analistas Daniel Federle, do BBI, e Ricardo França, da Ágora Investimentos, projetam resultados positivos para os balanços das companhias de telecomunicações. A dona da Vivo deve apresentar uma retomada do crescimento, enquanto Tim, mesmo com bases comparativas mais desafiadoras, deve expandir o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) em 7%, sustentada por margens robustas.

A casa mantém uma posição construtiva sobre o setor de telecomunicações, apoiado por fundamentos robustos e valuations mais atrativos após o recente desempenho do Ibovespa (IBOV).

Sobre as ações da Vivo, o BBI destaca o potencial de crescimento com rendimento (yield) de FCF (fluxo de caixa livre, em tradução livre) próximo a 10%, enquanto as ações da Tim se destacam pelo valuation descontado, com rendimento projetado de 12% para 2026, abrindo espaço para recuperação no curto prazo.

“Em um ano marcado por incertezas, vemos o setor de telecomunicações como porto seguro, combinando resiliência operacional e geração consistente de caixa”, dizem os analistas.

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O que esperar da Vivo e Tim

No segmento fixo, a Telefônica Brasil segue com adições consistentes em FTTH (fibra até a casa, em tradução livre), de aproximadamente 72 mil por mês, com receita estimada em alta de 10,5% no trimestre.

A Tim também mostra aceleração nas adições de fibra, embora com menor foco orgânico, dizem os analistas. A disciplina de preços da companhia permanece saudável, mesmo diante das iniciativas comerciais da Nucel (do Nubank), que não indicam ruptura no mercado.

“Com capex (investimentos) estável e fundamentos resilientes, o setor deve sustentar crescimento sólido de FCF (geração de fluxo de caixa livre) em um cenário macro desafiador”, dizem os analistas.

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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