Mercados

Bolsas da Europa têm saldo positivo com expectativa de avanço nas negociações EUA-Irã e tombo do petróleo

02 nov 2026, 14:08
Bolsas europeias
(Imagem: Getty Images/Canva)

As bolsas da Europa encerraram o primeiro pregão da semana e do mês em alta com alívio nos preços do petróleo.

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O índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou as negociações com alta de 0,45%, aos 649,65 pontos.

Entre os principais índices, o DAX, de Frankfurt, avançou 0,64%, a 25.982,87 pontos; o FTSE 100, de Londres, terminou o pregão subiu 0,29%, a 10.761,33 pontos e; o CAC 40, de Paris, fechou com ganho de de 0,98%, aos 8.047,69 pontos.

O que movimentou a Europa hoje?

O otimismo para uma possível resolução do conflito entre Estados Unidos e Irã no Oriente Média e da normalização dos fluxos de petróleo pressionaram os preços e abriram espaço para o apetite por risco.

Os contratos mais líquidos do Brent, referência mundial, negociados para janeiro de 2027, chegaram a cair quase 8%, com o barril no nível de US$ 104.

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O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, afirmou, nesta segunda-feira, que Teerã tem um plano de dois dias para reabrir o Estreito de Ormuz e retomar as negociações nucleares com os EUA, caso Washington atenda às suas exigências.

Em reação, as ações de petrolíferas acompanharam o tombo nos preços: a TotalEnergies cedeu 2,35%, a Shell caiu 2,87% e a Galp recuou 2,79%. Já os papéis de companhias aéreas, que costumam se beneficiar de preços de combustíveis mais baixos, saltaram. A Air France-KLM avançou 4,87%, a Lufthansa subiu 4% e a Ryanair fechou em alta de 5,98%.

A francesa Alstom tombou 25,87% depois que a fabricante de trens reduziu suas projeções devido a problemas técnicos e de produção em alguns produtos.

A notícia de que supermercados na Suécia, Bélgica, Luxemburgo e Estônia registraram problemas em sistemas de refrigeração aparentemente causados por ataques cibernéticos não chegou a impactar o desempenho do varejo europeu.

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Investidores, entretanto, seguem atentos a sinalizações sobre possíveis ajustes de política monetária pelo Banco Central Europeu (BCE). Na semana passada, o BCE manteve a taxa de depósito em 2,5%.

*Com infomaçãoes de Estadão Conteúdo

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.
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Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.
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