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Fictor Alimentos (FICT3) pede para ser incluída em processo de recuperação judicial da controladora Fictor Holding

26 fev 2026, 10:18 - atualizado em 26 fev 2026, 10:18
Fictor
O CEO da Fictor, Rafael Góis / Foto Reprodução

A Fictor Alimentos (FICT3) informou ao mercado nesta quinta-feira (26) que pediu para ser incluída no processo de recuperação judicial (RJ) de sua acionista controladora, a Fictor Holding S.A., em curso na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível da Comarca de São Paulo.

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De acordo com o fato relevante, o pedido de inclusão da Fictor Alimentos e outras empresas do grupo na RJ ocorre por conta de efeitos negativos após a divulgação do processo de recuperação da controladora, como restrições no acesso a crédito, revisão de limites por instituições financeiras e impactos nas relações comerciais.

A companhia defende que estes fatores demonstram a necessidade de preservação da capacidade financeira e operacional da Fictor Alimentos.

Reunir as empresas do grupo em um único processo, diz o aditamento, cria um ambiente mais estruturado para negociar dívidas e contratos, com maior transparência para credores, fornecedores e demais stakeholders. Na prática, isso pode levar a renegociações de prazos e valores com bancos e fornecedores.

No início do mês, apenas a Fictor Invest e Fictor Holding entraram com o pedido de recuperação, com dívidas de cerca de R$ 4 bilhões.

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Entre as empresas que a petição solicita a inclusão estão a Fictor Holding Financeira, Fictor Meios de Pagamentos, Oros Corretora de Seguros, Fictor Asset, Fictor Securitizadora, Fictor Agro Comércio de Grãos, Fictor Infra e Energia, FW SPE Solar 1 e 2, Consórcio Solaris Rio SPE, Fictor & WTT, Fictor Alimentos, Fredini Alimentos, Dr. Foods e Vensa Alimentos.

Credores pediram por inclusão

Credores do Grupo Fictor pediram na Justiça de São Paulo que outras empresas do conglomerado sejam incluídas na recuperação judicial.

O Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, teve acesso a uma ação protocolada em 9 de fevereiro 9, em que a defesa de cerca de 50 credores alega que uma das duas empresas que pediram a recuperação, a Fictor Invest, possuía um caixa de R$ 2.670 em 31 de dezembro.

A Fictor ganhou os holofotes após tentar comprar o Banco Master um dia antes dele ser liquidado pelo Banco Centra

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*Com Estadão Conteúdo

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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