G7 deve combater ataques de ransomware com criptomoedas, decide Casa Branca

14/06/2021 - 13:38
Traduzido e editado por Daniela Pereira do Nascimento
Ataques de ransomware que exigem criptomoedas como pagamento continuam preocupando governos de grandes potências (Imagem: Pixabay/TheDigitalArtist)

Em uma declaração desse domingo (13) sobre objetivos para o Grupo dos Sete (G7), a administração Biden anunciou um futuro comprometimento para combater ransomware.

Ransomware é um tipo de software nocivo que bloqueia o acesso a um sistema e exige um resgate em criptomoedas para ser restabelecido.

Segundo o anúncio:

A comunidade internacional — tanto de governos como agentes do setor privado — deve trabalhar junta para garantir que a infraestrutura fundamental seja resiliente contra essa ameaça, que ciberatividades maliciosas sejam investigadas e processadas, que impulsionemos nossas defesas cibernéticas e coletivas e que Estados abordem a atividade criminal que está acontecendo dentro de suas fronteiras.

Ransomware se tornou uma grande preocupação política desde os ataques sucessivos à Colonial Pipeline e JBS, abalando linhas de suprimento nos EUA em maio.

Por ser uma preocupação de segurança nacional, os ataques de ransomware foram associados à Rússia por conta do sucesso de grupos de hackers locais que atacaram infraestruturas americanas e europeias.

Muitos em Washington acreditam que esses grupos operam com, pelo menos, o consentimento tácito da administração Putin. Como consequência, espera-se que ransomware e cibersegurança tenham destaque na conferência entre Biden e Putin nesta quarta-feira (16).

Junto com ransomware, a Casa Branca destaca a corrupção internacional e linhas de suprimento da província chinesa de Xinjiang como prioridades da comunidade global. Essas preocupações seguiram o tom geral da reunião do G7 em Cornwall, que contou com muita antipatia em relação à China e Rússia.

Isso ficou bem evidente a ponto de a Embaixada Chinesa em Londres responder: “os assuntos internos da China não devem ser interferidos, a reputação da China não deve ser manchada e os interesses da China não devem ser violados”.

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Última atualização por Daniela Pereira do Nascimento - 14/06/2021 - 13:39

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