Farmácias

Genéricos e GLP-1 sustentam crescimento das farmácias, destaca o BTG; vale apostar no setor?

23 ago 2026, 10:00
farmacia - setor farmacêutico - varejo farmacêutico
(Imagem: iStock/ Zinkevych)

O BTG Pactual reafirmou sua visão construtiva para as redes de farmácias após o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) divulgar os dados de sell-out da indústria de julho.

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O levantamento aponta que as vendas consolidadas do setor cresceram 9,3% na comparação anual e se mantiveram estáveis em relação a junho. Já a venda de genéricos apresentou alta de 11,2% em relação a julho de 2025. O desempenho segue uma sequência de crescimento, ante 9,8% em junho e 7,4% em maio.

Segundo o BTG, o crescimento do setor se normalizou em relação ao ritmo mais forte observado no início do ano: o sell-out total avançou 13,5% no primeiro trimestre de 2026, contra 9,3% no segundo trimestre. Os genéricos foram o principal destaque positivo.

Os analistas reforçam que os medicamentos GLP-1, para obesidade e diabetes, são catalisadores importantes para a expansão das redes de farmácia. No segundo trimestre de 2026, as receitas provenientes desses remédios representaram 11% do faturamento das empresas acompanhadas pelo banco. Essa medicação também respondeu por aproximadamente 5 pontos percentuais do crescimento combinado de 16% da receita.

O relatório ressalta que os agregados do Sindusfarma não isolam a contribuição específica do GLP-1, mas o BTG acredita que os lançamentos de novos produtos devem continuar favorecendo o crescimento, ao lado da demanda resiliente por medicamentos em geral e por genéricos.

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Segundo o banco, o crescimento do setor segue saudável, embora tenha se normalizado no trimestre. Os analistas mantiveram o otimismo, sustentando a recomendação de compra para o segmento.

*Com supervisão de Juliana Américo

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Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.

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