Delação da JBS

Gilmar Mendes pede mais tempo para analisar processo sobre liberdade a Wesley Batista

05 dez 2017, 17:01 - atualizado em 05 dez 2017, 17:01

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes pediu hoje (5) vista do processo no qual a defesa pretende garantir a soltura do empresário Wesley Batista, um dos donos do grupo J&F. Não há data para a retomada do julgamento. O acusado está preso preventivamente em São Paulo desde setembro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O pedido de mais tempo para analisar o caso foi feito pelo ministro quando o julgamento contava com dois votos para negar as solicitações dos advogados. Antes da suspensão, o relator do caso, Edson Fachin, e Dias Toffoli, votaram por negar pedido para remeter a investigação à Corte e revogar a prisão do empresário.

O pedido de soltura foi feito na investigação na qual Wesley e seu irmão, Joesley Batista, são acusados crime de insider trading [informação privilegiada], sob a suspeita de usarem informações obtidas por meio de seus acordos de delação premiada para vender e comprar ações da JBS no mercado financeiro.

A defesa alegou que a situação processual de Wesley não tem relação com a quebra da imunidade penal do irmão dele, Joesley Batista. Além disso, os advogados argumentaram que a Justiça Federal em São Paulo não poderia afastar a validade dos benefícios de Wesley, que estão mantidos desde sua assinatura, e decretar a prisão dele.

“Wesley é um trabalhador e um empresário que está preso inequivocamente em função de seu nome”, disse o defensor, Ticiano Figueiredo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Procuradoria-Geral da República (PGR) sustentou no julgamento que o crime de insider trading não foi confessado pelo delator e não estava previsto como imunidade no acordo da JBS.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Por dentro dos mercados

Receba gratuitamente as newsletters do Money Times

OBS: Ao clicar no botão você autoriza o Money Times a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar