Eleições 2026

Gleisi e Boulos divulgam vídeo que associa Flávio Bolsonaro a organizações criminosas do Rio

13 mar 2026, 9:34 - atualizado em 13 mar 2026, 9:34
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A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, divulga vídeo sobre Flávio Bolsonaro (REUTERS/Adriano Machado)

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, e o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, publicaram nas redes sociais um vídeo que atribui ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, ligações com organizações criminosas. Procurado pela reportagem, Flávio não havia se manifestado até a publicação desta matéria.

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A publicação foi feita um dia depois da pesquisa Genial/Quaest apontar empate técnico entre o presidente Lula (PT) e Flávio Bolsonaro em simulações de segundo turno.

Conforme apurou o Estadão, dirigentes do PT culpam o governo pela queda na popularidade de Lula. Nos bastidores, aliados afirmam que o Palácio do Planalto precisa “voltar das férias”.

A estratégia definida pelo partido foi apresentar o que petistas chamam de “Flávio de verdade”, em contraposição à imagem construída nas redes sociais.

O vídeo descreve supostas conexões do senador com o que chama de “submundo do crime do Rio de Janeiro”.

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Um quadro exibido na gravação relaciona Flávio Bolsonaro a três nomes citados em investigações policiais: o secretário estadual de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca; o ex-secretário estadual de Esportes e Lazer e ex-subsecretário estadual de Defesa do Consumidor, Alessandro Pitombeira Carracena; e o ex-deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias.

O vídeo afirma que Pitombeira teria proximidade com Gutemberg Fonseca, descrito como “unha e carne” de Flávio Bolsonaro.

O conteúdo diz que o nome do secretário aparece em investigações da Polícia Federal que apontam supostos contatos com integrantes do Comando Vermelho.

A narração acrescenta que a investigação que resultou na prisão de Pitombeira envolve TH Joias, acusado de vazar informações sigilosas a membros da facção.

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“Todos esses nomes circulam na mesma rede política ligada a Flávio Bolsonaro”, diz trecho da gravação, que classifica as relações como uma “teia de relações que não pode ser ignorada”.

O vídeo cita ainda episódios associados ao senador em investigações e reportagens. Entre eles, a homenagem ao ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega na Assembleia Legislativa do Rio e suspeitas relacionadas a um esquema de “rachadinha” em seu gabinete.

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