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PCAR3: Itaú retoma cobertura com ‘novo’ Pão de Açúcar; ações tombam nesta sexta

31 maio 2024, 14:35 - atualizado em 31 maio 2024, 14:36
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Banco destaca vantagem competitiva do Pão de Açúcar fica pela maior aderência da operação digital da empresa, mas contém um maior otimismo (Imagem: Wikiacommons)

As ações do GPA (PCAR3) recuavam 4,82%, aos R$ 2,96 nesta sexta-feira (31), entre as principais queda do Ibovespa.

Nesta semana, o Itaú BBA retomou sua cobertura para as ações da empresa, a partir das diversas transformações do Grupo Pão de Açúcar, com a companhia atuando como uma varejista 100% brasileira, com foco em supermercados premium.

O banco conta com uma recomendação neutra para ações, com potencial de alta de 20% e preço-alvo de R$ 3,7. Para a instituição, o plano de recuperação, iniciado em meados de 2022 para impulsionar vendas, NPS e rentabilidade através de uma variedade de iniciativas já está dando frutos, com um volume substancial melhoria na dinâmica operacional.

“A retomada de ganhos consistentes de participação de mercado da bandeira Pão de Açúcar desde o início da recuperação do processo apoiam nossa visão construtiva sobre seu forte reconhecimento de marca e percepção de qualidade em o segmento premium”, apontam os analistas Thiago Macruz, Clara Lustosa, Maria Clara Infantozzi, Victor Rogatis e Kelvin Dechen.

Outra forte vantagem competitiva do GPA fica pela maior aderência da operação digital da empresa, cerca de 12% no 1T24, a maior entre as ações do setor de alimentos na cobertura do banco.

BBA não vê fatores que apoiam uma visão mais otimista para PCAR3

O Itaú incorpora melhorias operacionais e a nova estrutura de capital da empresa, mas não não espera que o lucro líquido entre em território positivo em 2025. “Nossas previsões incorporam um cenário de uma Selic sustentada em dois dígitos em 2025”, completam.



Para a instituição, isso deve manter as despesas financeiras líquidas da empresa em níveis elevados, o que continuará a pesar nos resultados financeiros da empresa.

“Decidimos, portanto, esperar à margem por uma garantia de valuation mais clara para apoiar uma postura mais otimista, mas reconhecemos que a empresa está exposta a uma perspectiva mais brilhante no futuro”, concluem

Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural, onde atuou como editor do Rural Notícias, programa de TV diário dedicado à cobertura do agronegócio. Por lá, também participou da produção e reportagem do Projeto Soja Brasil e do Agro em Campo.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural, onde atuou como editor do Rural Notícias, programa de TV diário dedicado à cobertura do agronegócio. Por lá, também participou da produção e reportagem do Projeto Soja Brasil e do Agro em Campo.
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