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HASH11: Primeiro ETF de criptomoedas da bolsa brasileira está entre os dez mais negociados no mês, diz B3

16 mar 2026, 14:52 - atualizado em 16 mar 2026, 14:52

O primeiro fundo de índice (ETF, na sigla em inglês) de criptomoedas da bolsa brasileira ainda atrai o apetite dos investidores, mesmo após cinco anos da estreia no mercado local.

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O HASH11, da Hashdex, foi o sexto produto mais negociado em fevereiro, segundo dados divulgados pela B3 nesta segunda-feira (16).

Veja o ranking dos ETFs mais negociados em fevereiro:

ETF ADTV* % do total
BOVA11 1.165,9 milhões 53,67%
SMAL11 235,2 milhões 10,83%
BOVV11 109,2 milhões 5,03%
GOLD11 65,0 milhões 2,99%
IVVB11 59,0 milhões 2,72%
HASH11 51,8 milhões 2,38%
LFTBETF.. 46,5 milhões 2,14%
LFTSETF.. 43,0 milhões 1,98%
BITH11 24,8 milhões 1,14%
LLFTETF.. 23,0 milhões 1,06%

Fonte: B3 / * ADTV: Average Daily Trading Volume (Volume Médio de Negociações Diárias)

Composição e desempenho do ETF HASH11

O HASH11 replica o desempenho de um índice desenvolvido pela gestora brasileira Hashdex em parceria com a Nasdaq.

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O ETF segue a variação do Nasdaq CME Crypto Index (NCI), indicador que busca refletir o movimento do mercado de criptoativos, e não só do bitcoin. O índice conta com sete criptoativos na carteira com os seguintes pesos:

  • Bitcoin (BTC) – 76,49%
  • Ethereum (ETH) – 12,76%
  • XRP( XRP) – 6,00%
  • Solana (SOL) – 3,37%
  • Cardano (ADA) – 0,71%
  • Chainlink (LINK) – 0,38%
  • Stellar (XLM) – 0,29%

A queda recente no preço das criptomoedas pode ter assustado alguns investidores, mas abriu a oportunidade de compra para outros.

Vale lembrar que ETFs são uma forma de exposição a uma cesta de ativos selecionados pelas gestoras, o que tende a reduzir a volatilidade de teses como as criptomoedas.

Contudo, as turbulências do mercado cripto não passaram sem deixar alguns arranhões no HASH11. No acumulado do ano, o ETF cai 22,27%, mesmo após uma recuperação de pouco mais de 11% no último mês, de acordo com o Trading View.

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
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