Commodities

Hora de comprar? ETF de commodities pode romper resistência com novo gatilho de alta, aponta análise técnica

25 mar 2026, 11:43 - atualizado em 25 mar 2026, 11:43
commodities fertilizantes
(iStock.com/Alfribeiro)

Com o cenário da guerra no Irã ainda incerto, apesar da melhora recente, o setor de commodities continua se fortalecendo, de acordo com especialistas do BTG Pactual que participaram do programa Morning Call do banco na manhã desta quarta-feira (25).

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O especialista em análise técnica Lucas Costa comentou sobre o CMDB11, um ETF de commodities do BTG Pactual listado na B3. O fundo de índice reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities.

Segundo Costa, que analisou os gráficos do fundo, o CMDB11 teve um movimento de avanço de outubro de 2025 até o início deste ano, quando passou a atuar em movimento lateral. Agora, segundo ele, o ETF apresenta a possibilidade de romper a resistência de topo de R$ 17,43, como um gatilho para um novo movimento de alta.

Além do aspecto gráfico, o analista reforçou a tese fundamentalista por trás das commodities no atual cenário macroeconômico.

Desde o início do ano, o CMDB11 acumula alta de 16,55%, acima do Ibovespa, que sobe 12,91% no período. O ETF possui uma exposição de 40% em ações de empresas do setor de petróleo e gás.

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Costa lembrou que o uso de commodities é uma estratégia de “livro-texto” para momentos em que o mercado migra para um ambiente mais inflacionário

O CMDB11 possui taxa de gestão de 0,50% ao ano, não tem incidência de come-cotas nem IOF e conta com liquidez diária na bolsa.

Você pode assistir à íntegra do Morning Call de hoje do BTG Pactual a seguir:

*Com supervisão de Maria Carolina Abe

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Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
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