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Ibovespa (IBOV) abre em queda, de olho na inflação dos EUA; 5 coisas para saber antes de investir hoje (20)

20 fev 2026, 10:12 - atualizado em 20 fev 2026, 10:13
ações ibovespa
(Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Ibovespa (IBOV) abriu o pregão desta sexta-feira (20) em queda, com dados dos Estados Unidos no radar do mercado.

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A atenção se volta para o PCE, PIB e PMIs, dados que podem definir a expectativa de política monetária nos EUA. O feriado do Ano Novo Chinês mantém parte do mercado asiático fechado.

Aqui no Brasil, o mercado digere os dados de desemprego levantados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Por volta de 10h10 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira caía 0,70%, aos 187.216,97 pontos.



dólar à vista opera em leve alta ante o real, enquanto no exterior a moeda norte-americana tem sinais mistos ante as demais divisas. No mesmo horário, a moeda norte-americana subia a R$ 5,2144 (0,08%).

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Radar do mercado:

5 assuntos para saber ao investir no Ibovespa nesta sexta-feira (20)

1 – Inflação pressiona os juros nos EUA

Nesta manhã ocorrerá a divulgação dos números do Índice de Preços para Despesas com Consumo Pessoal (PCE), a principal medida de inflação acompanhada pelo Federal Reserve, além da primeira estimativa do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos referente ao quarto trimestre.

O consenso de mercado projeta alta de 2,8% no PCE cheio na comparação anual. Já o núcleo do indicador — que exclui os preços mais voláteis de alimentos e energia — deve avançar 3% no mesmo período, permanecendo acima da meta de 2% da autoridade monetária.

Os dados chegam em um momento sensível para os mercados, que tentam calibrar o momento e a intensidade do ciclo de cortes de juros. Embora a inflação tenha desacelerado em relação aos picos recentes, o processo de convergência para a meta de 2% tem sido gradual, reforçando a postura cautelosa do banco central norte-americano.

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2 – Taxa de desemprego

desemprego no Brasil manteve a trajetória de queda no quarto trimestre de 2025, com a taxa de desocupação registrada em 5,1%, ante 5,6% no trimestre anterior.

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice recuou 1,1 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2024, quando havia chegado a 6,2%.

O número de pessoas que buscavam emprego há dois anos ou mais caiu para 1,1 milhão, retração de 19,6% em relação ao mesmo período de 2024. Já aqueles à procura de trabalho há menos de um mês também somavam 1,1 milhão, uma redução de 23,1% em comparação com o ano anterior.

No período, 74,4% dos trabalhadores do setor privado estavam empregados com carteira assinada. O rendimento médio real de todos os trabalhos atingiu R$ 3.613, alta frente aos R$ 3.527 do trimestre anterior e aos R$ 3.440 do quarto trimestre de 2024.

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3 -Banco do Brasil (BBAS3)

O Banco do Brasil (BBAS3) pagará R$ 400,3 milhões em juros sobre o capital próprio antecipado, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta-feira (19).

Segundo o documento, o valor por ação será de R$ 0,07, a ser pago em 11 de março de 2026.

Quem quiser aproveitar a bolada, terá até o dia 2 de março para comprar o papel. A partir do dia 3, a ação será negocia ex-JCPs.

4 – EUA x Irã

A combinação de ultimatos públicos, movimentações militares aceleradas e negociações nucleares emperradas elevou o nível de alerta no Oriente Médio.

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Embora Washington não tenha anunciado uma ofensiva, os sinais emitidos pela Casa Branca e pelo Pentágono indicam que os Estados Unidos estão construindo as condições políticas e estratégicas para agir rapidamente contra o Irã, caso considerem que a diplomacia fracassou.

5 – Azul (AZUL53) aprova emissão de bônus de subscrição

O conselho de administração da Azul (AZUL53) aprovou a emissão de bônus de subscrição a serem ofertados para a American e United Airlines, além de credores quirografários da empresa. O movimento representa mais um passo no plano que busca a saída da recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11).

De acordo com o fato relevante enviado ao mercado na noite de quinta-feira (19), se exercidos, a American Airlines terá o direito de subscrever até 4.862.260.835.197 ações ordinárias de emissão da companhia

Já no caso do bônus de subscrição em benefício de credores quirografários da Azul, se exercidos, darão o direito de subscrever até 1.231.164.424.677 ações ordinárias da companhia aérea brasileira.

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Por fim, há bônus de subscrição a serem alienados à United Airlines, e a determinados credores da companhia, que, se exercidos, conferirão o direito de subscrever até 1.215,565,208,799 ações ordinárias.

*Com informações do Estadão Conteúdo

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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