Mercados

Ibovespa tenta driblar piora do humor externo e opera em alta com eleições em foco; 5 coisas para saber antes de investir hoje (8)

08 out 2026, 10:12
ações lwsa
(Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

O Ibovespa (IBOV) opera próximo da estabilidade, em leve alta, com a primeira rodada de pesquisas de intenção de votos para o segundo turno e piora do humor externo com a escalada dos preços do petróleo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por volta de 10h10 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira tinha alta de 0,25%, aos 204.811,19 pontos.



Já o dólar à vista operava em alta ante o real, na esteira do desempenho da moeda no exterior. No mesmo horário, a moeda operava a R$ 5,0153(+0,08%), enquanto o DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis divisas fortes, subia 0,16%, aos 102.400 pontos.

5 assuntos para saber ao investir no Ibovespa nesta quinta-feira (8)

1 – Pesquisa eleitoral

Pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta quinta-feira (8), mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) à frente na disputa de segundo turno para a Presidência da República, marcada para 25 de outubro.

No embate, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro registra 53% dos votos válidos, ante 47% do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esta é a primeira pesquisa eleitoral depois do primeiro turno das eleições, em que Flávio obteve 47,03% dos votos válidos e Lula, 45,16%, uma vantagem do senador sobre o petista havia sido de 1,87 ponto percentual nas urnas.

Leia mais.

2 – Produção industrial

A produção industrial caiu em dez dos 15 locais pesquisados em agosto ante julho, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.

Em São Paulo, maior parque industrial do País, houve uma queda de 0,2%. As demais perdas ocorreram no Amazonas (-5,7%), Pará (-7,3%), Região Nordeste (-0,5%), Ceará (-3,6%), Pernambuco (-2,5%), Espírito Santo (-2,5%), Santa Catarina (-1,5%), Rio Grande do Sul (-4,5%) e Goiás (-1,1%). Na média global, a indústria nacional caiu 0,6% em agosto ante julho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na comparação anual, a produção industrial recuou em 12 dos 18 locais pesquisados em agosto de 2026 ante igual mês de 2025. Em São Paulo, maior parque industrial do País, houve uma queda de 2,5%. Na média global, a indústria nacional encolheu 1,2% em agosto de 2026 ante igual mês de 2025.

3 – Ata do BCE

O Banco Central Europeu (BCE) avaliou que os riscos para a inflação continuam inclinados para cima, diante da persistência do choque de energia provocado pelos conflitos no Oriente Médio e na Ucrânia, segundo a ata da reunião de política monetária de setembro, divulgada nesta quinta-feira.

Todos os dirigentes concordaram com essa avaliação, embora tenham reconhecido que os riscos “não apontavam todos na mesma direção”, dada a possibilidade de uma solução diplomática para os conflitos.

Na decisão de setembro, BCE elevou os juros em 25 pontos-base, levando a taxa de depósito a 2,50%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para as próximas reuniões, os dirigentes consideraram “particularmente importante” evitar orientações sobre a trajetória futura dos juros e preservar total liberdade de decisão diante do ambiente volátil.

4 – Risco de escalada no Oriente Médio

Segundo a revista The Atlantic, em reportagem divulgada ontem, a Casa Branca pediu ao Pentágono que elaborasse opções de ataque contra o Irã antes das eleições de meio de mandato, em novembro.

Na mesma linha, NBC News informou que presidente Donald Trump e sua equipe de segurança nacional discutiram a possibilidade de retomar operações militares americanas em larga escala no Irã nas próximas semanas.

As tensões no Oriente Médio têm aumentado, com os houthis, apoiados pelo Irã, atacando recentemente aeroportos na Arábia Saudita, enquanto Teerã também vem atacando petroleiros no Estreito de Ormuz.

5 – Petróleo acima de US$ 100

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os preços do petróleo disparam e voltam a superar os US$ 100 por barril com temor de escalada das tensões no Oriente Médio.

Por volta de 10h (horário de Brasília), o contrato do Brent negociado para dezembro subia 4,68%, a US$ 104,89 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Já na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA, o contrato do WTI para novembro tinha avanço de 4,71%, a US$ 92,44 o barril, no mesmo horário.

Por dentro dos mercados

Receba gratuitamente as newsletters do Money Times

OBS: Ao clicar no botão você autoriza o Money Times a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários.

*Com informações de Reuters

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.

Cotações

VER MAIS
BITCOIN --
--

MAIORES ALTAS

    MAIORES BAIXAS

      Por dentro dos mercados

      Receba gratuitamente as newsletters do Money Times

      OBS: Ao clicar no botão você autoriza o Money Times a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários.

      Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

      Fechar