Mercados

Ibovespa renova recorde com otimismo em Wall Street e alta de blue chips; dólar cai a R$ 5,18

09 fev 2026, 18:42 - atualizado em 09 fev 2026, 18:42
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(Foto: iStock.com/primeimages)

O Ibovespa (IBOV) abriu a segunda semana de fevereiro em tom positivo, com apoio de Wall Street e de olho em balanços corporativos.

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Nesta segunda-feira (9), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com alta de 1,80%, aos 186.241,15 pontos, número recorde para fechamento do Ibovespa. 

Já o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,1882, com queda de 0,62%, menor fechamento desde 28 de maio de 2024. 

No cenário doméstico, os investidores reagiram às falas do presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, que afirmou em evento da Associação Brasileira de Bancos (ABBC) que há necessidade de reconhecer a melhora na situação econômica entre o período da conclusão da alta de juros e agora.

Segundo Galípolo, o BC segue data dependent e que a palavra-chave do atual estágio da política monetária é “calibragem”, termo que classificou como “essencial”.

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Além disso, nesta manhã, os economistas consultados pelo Banco Central (BC) reduziram novamente a projeção para a inflação de 2026, de 3,99% para 3,97%, segundo dados do Boletim Focus.

As previsões para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para os três anos seguintes seguem estáveis: 3,80% em 2027; 3,50% em 2028 e 2029. Amanhã, os dados de inflação do Brasil referentes a janeiro serão divulgados.

Altas e quedas do Ibovespa

O Ibovespa (IBOV) ultrapassou os 186.000 pontos pela primeira vez em fechamento, em dia de alta entre os “pesos-pesado”. Em destaque, as ações do Itaú Unibanco (ITUB4) fecharam em alta de 3,34%, a R$ 48,31, em linha com avanço das blue chips.

Ainda entre os pesos-pesados, as ações da Petrobras (PETR4) fecharam em alta de 1,83%, a R$ 37,32, na contramão do petróleo. O contrato futuro do Brent, para abril, encerrou com avanço de 1,46%, a US$ 69,04 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

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Vale (VALE3) também encerrou o dia em tom positivo, com avanço de 1,96%, a R$ 87,31, na esteira do desempenho do minério de ferro. O contrato mais líquido da commodity, negociado em Dalian, caiu 0,46%, a 761,50 yuans (US$ 109,74) a tonelada.

Juntos, bancos, Vale e Petrobras correspondem a 50% da carteira teórica do Ibovespa. 

Mas a ponta positiva foi encabeçada por Magazine Luiza (MGLU3), que avançou 7,16%, a R$ 10,93, em meio à queda dos juros futuros, após fala do presidente do BC nesta manhã.

A ponta negativa foi liderada pela Hapvida (HAPV3), com baixa de 2,63%, a R$ 11,46, em meio a notícias sobre a renovação do contrato com a Prefeitura de Manaus ter ultrapassado o valor inicialmente negociado (R$ 45 milhões).

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Exterior 

Os índices de Wall Street renovaram a alta com a recuperação do setor de tecnologia e espera pelos dados de inflação e trabalho nos Estados Unidos.

Durante a sessão, o índice Dow Jones rompeu a marca dos 50 mil pontos pela segunda vez, renovando o recorde nominal histórico intradia.

Confira o fechamento dos índices:

Na Europa, os principais índices encerraram em alta. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou com alta de 0,70%, aos 621,41 pontos. 

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Na Ásia, os índices também fecharam em alta. O índice Nikkei, do Japão, subiu 3,89%, aos 56.363,94 pontos, após o resultado favorável nas eleições para a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi; o índice Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,76%, aos 27.027,16 pontos. 

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
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