Mercados

Ibovespa futuro despenca quase 15% com reeleição de Lula; negociação é suspensa

26 out 2026, 9:07 - atualizado em 26 out 2026, 9:15
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(Imagem: Leung Cho Pan/Canva)

O Ibovespa futuro (INDFUT) iniciou o pregão desta segunda-feira (26) em forte queda com o mercado precificando a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Por volta de 9h (horário de Brasília), o INDFUT despencava 14,84%, aos 177.215 pontos. As negociações foram suspensas logo em seguida.

Mais cedo, a B3 alterou, em caráter exclusivo, o limite inferior de negociações dos contratos futuros (IND) foi alterado de -10% para -15% para todos os vencimentos. Os contratos mini (WIN) também foram contemplados pela nova regra.

Com mais de 100% das urnas apuradas, o presidente teve 51,79% dos votos válidos ante 48,21% do adversário Flávio Bolsonaro (PL), uma diferença de mais de 4,3 milhões de votos.

O resultado contrariou as pesquisas eleitorais e a disputa do primeiro turno, em que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro encerrou com vantagem de 2,2 milhões de votos sobre o petista.

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“A reeleição de Lula exige uma reavaliação do prêmio de risco dos ativos brasileiros. Depois da forte valorização observada após o primeiro turno, o resultado representa uma surpresa negativa para o posicionamento predominante dos investidores, o que deve provocar ajustes expressivos nas carteiras”, avalia a Monte Bravo.

No pré-mercado, o iShares MSCI Brazil (EWZ), que é um fundo de índice (ETF, na sigla em inglês) negociado na Bolsa de Nova York (NYSE) que replica o desempenho do mercado acionário brasileiro — e que também opera influenciado por fatores externos –, chegou a cair mais de 30%.

*Conteúdo em atualização

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.

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