Mercados

Ibovespa supera os 198 mil pontos pela 1ª vez com moderação do petróleo e expectativas de fim da guerra

13 abr 2026, 15:44 - atualizado em 13 abr 2026, 17:16
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(Imagem: iStock.com/erhui1979)

O Ibovespa (IBOV), por volta das 16h30 (horário de Brasília), alcançou os 198.173,39 pontos, com avanço de 0,43%, em nova máxima histórica.

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O último recorde intradia foi registrado na última sexta-feira (10), quando o principal índice da bolsa brasileira chegou aos 197.553,64 pontos.

O Ibovespa acompanha o exterior, com a recuperação dos índices de Wall Street, que passaram a operar em alta diante da expectativa de que as negociações entre Estados Unidos e Irã devem caminhar para um fim do conflito no Oriente Médio. Além disso, o petróleo moderou o ritmo de alta, cotado abaixo dos US$ 100.

Além disso, o mercado acompanhou as falas recentes do presidente dos EUA, Donald Trump, afirmando que o Irã quer fazer um acordo e que não aceitará que Teerã tenha uma arma nuclear.

Sobe e desce do Ibovespa

Em dia de máximas histórica, Vale (VALE3), considerada um dos pesos-pesados do Ibovespa, impulsiona os ganhos do índice com apoio da alta do contrato futuro do minério de ferro para maio, que avançou 1,08%, cotado a US$ 104,60 a tonelada.

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Por volta das 15h05 (horário de Brasília), Vale subia 1,76%, a R$ 87,10.

A Petrobras (PETR3;PETR4) também registra desempenho positivo, em linha com a alta dos contratos futuros do Brent para junho, de 4%, próximo dos US$ 99.

Por volta de 15h10, PETR4 subia 0,88%, a R$ 49,46, figurando como a segunda maior alta do principal índice da bolsa brasileira. A ação também era a mais negociada da B3 com 13,4 mil negócios e giro financeiro de R$ 464,7 milhões.

PETR3, papel ordinário da estatal, tinha ganho de 1,48%, a R$ 54,80.

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No mesmo horário, os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para junho tinham alta de 4,31%, a US$ 98,82 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Na ponta negativa, aparecem Copasa (CSMG3), Usiminas (USIM5) após rebaixamento pelo Bank of America (BofA) e Safra e Brava Energia (BRAV3).

E o dólar?

O dólar opera em queda ante as moedas globais, como euro e libra, no nível dos 98 pontos, com reação a dados macroeconômicos no EUA.

Por volta de 15h32 (horário de Brasília), o indicador DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis divisas fortes, caía 0,11%, aos 98.542 pontos.

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Por aqui, a valorização da moeda brasileira é apoiada também pela entrada de capital estrangeiro e alívio na curva de juros de médio e longo prazo.

No mesmo horário, a divisa norte-americana operava a R$ 4,9994 (-0,24%), no menor patamar nos últimos dois anos.



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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
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