Economia

IGP-DI sobe menos que o esperado em dezembro e fecha 2025 com deflação de 1,20%, diz FGV

08 jan 2026, 9:26 - atualizado em 08 jan 2026, 9:26
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(Foto: iStock - Minerva Studio)

O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu menos do que o esperado em dezembro e terminou 2025 com deflação de 1,20%, refletindo principalmente o comportamento dos preços ao produtor, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira (8).

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No último mês do ano passado, o índice acelerou a alta a 0,10%, de 0,01 em novembro, mas ainda ficou abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters de avanço de 0,15%.

Com isso, o indicador voltou a fechar o ano com deflação depois de acumular em 12 meses queda de 3,30% em 2023 e alta de 6,86% em 2024.

Em dezembro, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que responde por 60% do indicador geral, avançou 0,03%, depois de recuar 0,11% no mês anterior, acumulando em 12 meses recuo de 3,61% — primeiro resultado anual negativo desde 2023, quando caiu 5,92%.

“Esse movimento foi puxado por quedas expressivas nos preços da indústria extrativa e da agricultura”, explicou Matheus Dias, economista do FGV IBRE.

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Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) — que responde por 30% do IGP-DI — repetiu em dezembro a alta de 0,28% registrada em novembro e teve em 12 meses alta de 4,0%.

No mês, entre as oito classes de despesa que compõem o índice, três apresentaram avanços nas taxas de variação: Transportes (-0,03% para 0,38%), Alimentação (-0,03% para 0,13%) e Vestuário (-0,87% para 0,27%).

O Índice Nacional de Custo de Construção (INCC), por sua vez, teve desaceleração da alta a 0,21% em dezembro, de 0,27% antes, fechando o ano passado com avanço de 5,92%

O IGP-DI calcula os preços ao produtor, consumidor e na construção civil entre o 1º e o último dia do mês de referência.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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