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Insiders corporativos compram R$ 812 milhões na bolsa em maio, segundo Itaú BBA; confira ações e setores que foram destaque

17 jun 2026, 13:29 - atualizado em 17 jun 2026, 13:29
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(Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Os insiders corporativos — como controladores, executivos e membros de conselho de companhias da cobertura do banco de investimentos — foram compradores líquidos de R$ 812 milhões na bolsa de valores brasileira, a B3, em maio, em um total de 487 transações distintas, segundo informaçõs divulgadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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O banco de investimentos menciona ainda que os acionistas controladores compraram R$ 850 milhões líquidos, enquanto a administração executiva e o conselho de administração foram vendedores líquidos de aproximadamente R$ 20 milhões cada.

Como destaques no período, Hypera (HYPE3), Cobasi (AUAU3), Rede D’Or (RDOR3) e JHSF (JHSF3) lideraram as compras líquidas de ativos em relação ao total de ações em circulação entre as empresas cobertas pelo BBA, correspondendo a, respectivamente, 1,4%, 0,9%, 0,9% e 0,7%.

Apesar disso, em maio, o Ibovespa (IBOV), o principal índice da bolsa brasileira, registrou queda de 7,22%, com o pior desempenho mensal desde fevereiro de 2023, quando apresentou baixa de 7,49%.

No período, a volatilidade do cenário geopolítico, os impactos econômicos da elevação dos preços de energia e combustíveis, além do noticiário eleitoral doméstico acabaram pesando no desempenho do IBOV.

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Setores em destaque

Na ponta positiva, o setor de saúde voltou a ser o mais comprado da bolsa em maio, somando R$ 934 milhões, o equivalente, nos cálculos do BBA, a 75,5 pontos-base (0,755%) do valor de mercado do setor.

Por outro lado, o banco destaca que o setor de materiais básicos foi o mais vendido da B3, com vendas líquidas de R$ 18 milhões.

Já no acumulado do ano até maio, os segmentos de utilidades públicas (utilities) e saúde foram os principais compradores líquidos, enquanto consumo discricionário e energia registraram as maiores vendas líquidas pelos insiders corporativos.

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
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