Vale

Vale (VALE3): Investidor local fica de fora de rali da ação

28 jan 2026, 15:49 - atualizado em 28 jan 2026, 15:49
Vale VALE3
(Imagem: Reuters)

Os investidores locais seguem fortemente sublocados na compra de Vale (VALE3), com vários sem posição, enquanto os estrangeiros participam do rali da ação, aponta o BTG Pactual.

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Segundo o banco, apenas em janeiro de 2026 os investidores globais compraram o equivalente a R$ 15,8 bilhões em ações locais, o maior fluxo comprador em um mês no último ano.

Para a maioria dos investidores brasileiros, o valuation da empresa é um ponto-chave da discussão, uma vez que os rendimentos sobre o fluxo de caixa (yield of FCF) são estimados entre cerca de 7% a 9% neste ano. O banco destaca que boa parte deles desconsiderou os argumentos comparando a VALE3 com as mineradoras australianas.

“A maioria dos investidores está precificando o minério de ferro em níveis de pico e não vê nada próximo a um superciclo como os observados em outras commodities, como cobre ou urânio — visão que, em linhas gerais, compartilhamos”, afirmam os analistas Leonardo Correa e Marcelo Arazi, do BTG, em relatório.

O banco atenta ainda para a compra por parte de alguns investidores locais para reduzir o risco de se desviarem demais do movimento do Ibovespa (IBOV), enquanto outros optaram por comprar BOVA11 como forma de adicionar exposição a commodities aos portfólios.

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“A principal resistência a nossa visão construtiva sobre a Vale é que a ação teve um bom desempenho recentemente, apesar de um pano de fundo ligeiramente deteriorado para os preços do minério de ferro, que caíram de cerca de US$ 110/t para US$ 103/t”, apontam os analistas do BTG.

Adicionalmente, o banco destaca que os indicadores da China seguiram deprimidos em dezembro, em particular a demanda aparente por aço, que recuou mais de 5% na comparação anual.

A ação da Vale acumula alta de 5,09% na última semana, impulsionando o Ibovespa ao nível dos 183 mil pontos.

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
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