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Itaúsa: venda da XPart pode garantir gordos dividendos no futuro

23/02/2021 - 15:10
Em relatório enviado a clientes nesta terça-feira (23), os analistas elevaram o preço-alvo da companhia para R$ 13, potencial de valorização de 33% (Imagem: Itaúsa)

A venda da fatia da Itaúsa (ITSA4) na XPart, empresa oriunda da cisão da participação do Itaú (ITUB4) na XP Inc (XP), pode render “um ganho de capital significativo”, o que deverá ser traduzido em dividendos mais elevados para um futuro próximo, aponta a Ágora Investimentos em relatório enviado a clientes nesta terça-feira (23). Ao todo, a holding terá em torno de 15% da nova companhia.

Os analistas Victor Schabbel e José Cataldo elevaram o preço-alvo da Itaúsa para R$ 13, potencial de valorização de 33%, “após incorporar os novos valores de mercado e preços-alvo para as investidas da Itaúsa (também adicionando Copagaz ao nosso SOTP (avaliação por soma das partes) e considerando um desconto de 15% como justo”, argumentam. A recomendação neutra, porém, foi mantida.

Melhor maneira de investir no Itaú

A dupla também destaca que ter Itaúsa é uma boa alternativa para investir no Itaú e ainda, de quebra, diversificar a carteira.

A empresa tem participação na Duratex (DTEX3), Alpargatas (ALPA4) e recentemente entrou no segmento de gás com a Copagaz e a aquisição da Liquigás.

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Além disso, há a participação na XPart, mas conforme observado pela própria Itaúsa, esse investimento não é o core e uma venda poderia estar no pipeline de curto e médio prazo.

Em comunicado enviado no ano passado, a holding reafirmou seu interesse em manter participação relevante na empresa no curto prazo, atuando alinhada com a mesma.

Mas diante de sua estratégia de diversificação de portfólio de companhias fora do setor financeiro, a Itaúsa não deve manter a participação no longo prazo.

Resultados

A holding registrou lucro líquido de R$ 2,7 bilhões, alta de 6% na comparação anual.

Os analistas destacam que a participação do Itaú Unibanco no resultado de equivalência patrimonial no trimestre caiu para 82%, de 90% em 2019, com a maior parte do crescimento da receita em relação ao ano anterior vindas do setor não financeiro (principalmente, Alpargatas 78%).

O avanço na performance da Duratex no segmentos de materiais para construção civil, ganhos maiores com exportações da fabricante de calçados Alpargatas e apreciação do valor justo de ativos da empresa de gasodutos NTS justificaram a melhora no resultado, explicou a própria Itaúsa.

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Última atualização por Renan Dantas - 23/02/2021 - 15:10

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