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JBS (JBSS32): BTG reforça compra para top pick em alimentos e chama atenção para yield de 6,3%

26 mar 2026, 11:04 - atualizado em 26 mar 2026, 11:07
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(Imagem: Divulgação)

A JBS (JBSS32) segue como a principal aposta do BTG Pactual dentro do setor de alimentos, mesmo após resultados mistos no quarto trimestre de 2025 (4T25).

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Segundo o banco, a companhia entregou um Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) acima do esperado, de US$ 1,7 bilhão (+8% vs. estimativas), com recuperação de margens, especialmente impulsionada pela operação de carne bovina nos Estados Unidos (US Beef), que voltou ao positivo — um desempenho considerado atípico dada a sazonalidade do negócio.

Apesar da melhora operacional, o lucro líquido ficou levemente abaixo das projeções, pressionado por maiores despesas financeiras, incluindo perdas com derivativos e menor resultado financeiro.

Entre os destaques positivos, o BTG aponta:

  • US Beef, com retomada de margens
  • Seara, com expansão acima do esperado, beneficiada pela volta das exportações de frango para China e União Europeia

Por outro lado, Austrália e a US Pork decepcionaram, com pressão sobre margens, enquanto a operação no Brasil mostrou receita recorde, mas rentabilidade menor na comparação trimestral.

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O banco também destaca a forte geração de caixa, com fluxo de caixa livre próximo de US$ 1 bilhão, e a disciplina financeira, com alavancagem de 2,4x Ebitda.



Além dos números, a JBS anunciou dividendos de US$ 1 por ação, equivalente a um dividend yield de cerca de 6,3%, reforçando a estratégia de retorno ao acionista.

Na visão do BTG, embora os ventos favoráveis para os lucros devam perder força — com normalização das margens de aves e um ciclo de gado ainda desafiador nos EUA até 2028 —, a companhia segue se destacando pela diversificação geográfica e de proteínas, que reduz a volatilidade dos resultados.

Assim, mesmo sem ser a principal tese de “alpha” no curto prazo, o banco avalia que a JBS oferece a proposta de valor mais atrativa do setor, seja frente a pares brasileiros quanto a americanos , combinando geração consistente de caixa com pagamento de dividendos.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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