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Meta quem? Snap dispara ao mostrar blindagem contra TikTok e ação pode subir mais 125%

04 fev 2022, 16:56 - atualizado em 04 fev 2022, 16:57
O Bank of America elevou a recomendação para as ações da Snap para compra, com potencial de 125% (Imagem: REUTERS/Lucas Jackson)

As ações da Snap (SNAP;S2NA34) disparam mais de 20% nesta sexta-feira (4) após os resultados surpreenderem o mercado e mostratrem uma boa resistência contra a meteórica expansão de usuários do TikTok.

“Embora ainda acreditemos que o primeiro semestre de 2022 possa ser um período difícil para ações de alto crescimento com os próximos aumentos das taxas de juros, e as comportações de receita difíceis, vemos um risco/recompensa muito mais positivo do que um ano atrás”, aponta o Bank of America em um relatório enviado a clientes hoje.

Os analistas Justin Post, Joanna Zhao e Nitin Bansal elevaram a recomendação para as ações de neutra para compra e estabeleceram um preço-alvo de US$ 55, o que corresponde a um potencial de valorização de 125% na comparação com o fechamento de ontem.

A empresa divulgou nesta quinta-feira receita e expansão da base de usuários no quarto trimestre acima do esperado pelo mercado, impulsionada por alta demanda por espaço publicitário e expansão em mercados emergentes.

Os usuários ativos do app por dia subiram 20%, a 319 milhões, superando expectativa do mercado de 316,5 milhões.

Os resultados também indicam que a Snap conseguiu evitar danos adicionais gerados pela mudança nas políticas de privacidade dos dispositivos da Apple (AAPL), que tornaram a vida de empresas que dependem de venda de espaço publicitário online mais difícil.

Enquanto isso, a Meta (FB; FBOK34) viu as suas ações derreterem 26% na quinta-feira com a grande preocupação de perda de usuários para a rede chinesa TikTok.

Pelo menos 500 mil usuários foram perdidos por dia no último trimestre de 2021.

Na véspera, o UBS derrubou o preço-alvo para as ações da Meta de US$ 400 para US$ 280. A recomendação de compra ainda foi mantida.

Fundador do Money Times | Editor
Fundador do Money Times. Antes, foi repórter de O Financista, Editor e colunista de Exame.com, repórter do Brasil Econômico, Invest News e InfoMoney.
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