Milho termina em alta com impulso do petróleo e perspectivas climáticas dos EUA
Os contratos futuros do milho negociados na bolsa de Chicago fecharam em alta modesta nesta segunda-feira, recuperando-se das quedas iniciais com o suporte da alta do petróleo, já que os EUA e o Irã intensificaram sua retórica, disseram os operadores.
Os corretores também estavam monitorando as previsões de tempo chuvoso no Meio-Oeste dos EUA, o que poderia retardar o trabalho de campo no início do plantio.
O contrato maio do milho subiu 1,75 centavos, a US$4,54 por bushel, após uma queda para US$4,485.
Os comerciantes de grãos continuaram a avaliar as perspectivas de uma solução para o Oriente Médio.
Os futuros do milho às vezes acompanham as tendências dos mercados de petróleo, dado o papel do cereal como a principal matéria-prima dos EUA para o etanol.
Após o fechamento da bolsa de Chicago, o governo dos EUA informou que a safra de milho dos EUA estava 3% plantada, em linha com as expectativas do mercado.
A soja terminou em alta de 3,25 centavos, a US$11,6675 o bushel, com a alta do petróleo também sustentando a oleaginosa usada para a produção de biocombustíveis.
O trigo fechou em queda de 3 centavos, a US$5,9525 por bushel, atingindo durante a sessão o menor valor em quase duas semanas, por sinais de fraca demanda para exportação.