Tempo Real

Tempo Real: Ibovespa tem leve alta com Petrobras (PETR4) e medidas do governo; dólar cai a R$ 5,14

06 abr 2026, 6:00 - atualizado em 07 abr 2026, 10:05
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) acompanhou o tom positivo de Wall Street e encerrou o primeiro pregão da semana em alta. Os desdobramentos da guerra no Oriente Médio continuaram nos holofotes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta segunda-feira (6), o principal índice da bolsa brasileira fechou com alta de 0,06%, aos 188.161,97 pontos.

Já o dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1465, com queda de 0,26%.

Por aqui, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que a inflação voltou ao centro do debate econômico. Segundo ele, a sociedade passou a reagir menos à variação da inflação e mais ao nível de preços acumulado, o que altera a forma como a política monetária é percebida e cobrada.

No exterior, EUA e Irã rejeitaram um acordo de cessar-fogo. O presidente norte-americano, Donald Trump, deu um novo ultimato para a reabertura do Estreito de Ormuz.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Destaques:

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:

Ao vivo
Petrobras (PETR4) elege novo presidente do conselho e troca diretoria de Logística

A Petrobras (PETR4) informou que seu Conselho de Administração elegeu o conselheiro Marcelo Weick Pogliese, atual secretário da Casa Civil, como presidente do colegiado, depois que Bruno Moretti renunciou ao cargo para ser nomeado ministro do Planejamento e Orçamento.

Segundo a estatal, a eleição ocorreu em reunião realizada nesta segunda-feira (6) e o mandato valerá até a próxima Assembleia Geral, que ocorrerá em 16 de abril. Na ocasião, haverá uma nova eleição para escolher os integrantes dos conselhos de administração e fiscal da empresa para o período 2026-2028.

Leia mais.

Inflação mais alta com guerra e combustíveis pode levar BC a subir juros, diz MB Associados

A continuidade da guerra envolvendo o Irã e a possibilidade de a subvenção aos combustíveis não ser suficiente, levando a Petrobras a repassar parte da alta, podem elevar a inflação acima do previsto e forçar o Banco Central a rever a política monetária, segundo o economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale.

Segundo ele, as expectativas inflacionárias seguem em alta para este ano e o próximo, com repasses já visíveis em diesel, gasolina e querosene de aviação. O movimento deve pressionar especialmente a inflação de serviços, com impacto no transporte aéreo a partir de abril.

Leia mais.

Prio (PRIO3) abre terceiro poço em Wahoo, com produção de 10 mil barris/dia

A Prio (PRIO3) informou nesta segunda-feira (6) a abertura do terceiro poço produtor do campo de Wahoo, cuja produção estabilizou em 10 mil barris de óleo por dia.

Segundo a companhia, a vazão dos poços foi reduzida anteriormente, limitando a produção do campo a 32 mil barris de óleo por dia com três poços produtores.

Leia mais.

A conta do governo para conter alta dos combustíveis

O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, disse que o impacto anualizado do pacote de medidas para conter a alta nos preços dos combustíveis (somando as anunciadas nesta segunda-feira, 6, e as anunciadas em março) é de até R$ 31 bilhões, mas o governo estima que ganhos com imposto de exportação, além da venda do óleo pela PPSA, royalties, IRPJ e dividendos, garante neutralidade fiscal.

Esse impacto considera uma possível prorrogação da isenção de PIS/Cofins para a importação e comercialização de diesel, conforme anunciado em meados de março.

Leia mais.

Hapvida (HAPV3) anuncia troca de CEO em meio a críticas à governança e pressão por mudanças

O CEO da Hapvida (HAPV3), Jorge Pinheiro, anunciou que deixará o comando da companhia após 27 anos para assumir uma posição no conselho de administração. A transição foi comunicada em carta ao mercado e ocorre após críticas recentes à governança da empresa pela gestora Squadra Investimentos.

Pinheiro afirmou que a mudança marca o encerramento de um ciclo e o início de uma nova fase para a companhia. Segundo ele, a empresa entra em 2026 “mais leve e focada”, após concluir as grandes integrações, com prioridade em eficiência, qualidade e experiência do usuário.

Leia mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
MRV&Co (MRVE3) tem geração de caixa de R$ 387 milhões no 1T25 e se prepara para novas regras do MCMV

A MRV&Co (MRVE3) fechou o primeiro trimestre com geração de caixa de R$ 387 milhões, em desempenho influenciado pela venda de ativos da operação nos Estados Unidos e pelo resultado da operação de incorporação brasileira, mostraram dados da construtora nesta segunda-feira.

A MRV Incorporação registrou nos primeiros três meses do ano uma geração de caixa de R$96 milhões, acima dos quase R$ 80 milhões registrados no quarto trimestre de 2025 e revertendo o consumo de caixa de R$68,6 milhões um ano antes.

Leia mais.

Ministério da Agricultura e CVM celebram acordo para avanço do agro no mercado de capitais

O avanço do financiamento do agronegócio via mercado de capitais ganhou um novo impulso. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) firmou um Acordo de Cooperação Técnica com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), com foco em ampliar o acesso do setor a recursos por meio de instrumentos financeiros.

A parceria parte do reconhecimento de que uma fatia relevante do funding do agro já vem do mercado de títulos e valores mobiliários — tendência que deve se intensificar com a aproximação entre regulador e formulador de políticas públicas.

Leia mais.

Petrobras (PETR4) pode elevar retorno ao acionista com pacote do diesel; BTG vê yield de caixa livre perto de 13%

A Petrobras (PETR4) pode ampliar significativamente o retorno ao acionista após o novo pacote de subsídios ao diesel anunciado pelo governo, na avaliação do BTG Pactual.

Segundo relatório assinado pelos analistas Bruno Montanari de Almeida e Pedro Soares da Cunha, a medida tem potencial de elevar o yield de fluxo de caixa livre (FCFE) da estatal para cerca de 12,7% em 2026.

Leia mais.

Minerva (BEEF3): Citi corta preço-alvo com maior complexidade para tese; entenda

A Minerva Foods (BEEF3) entra em 2026 mais forte e com maior escala, mas com uma tese de investimento mais complexa e sensível a riscos externos, segundo o Citi.

O banco manteve recomendação neutra para a companhia, mas reduziu o preço-alvo das ações de R$ 7,70 para R$ 5,30, além de elevar o nível de risco para “alto”.

Leia mais.

Juros futuros fecham em alta com escalada das tensões no Oriente Médio

A curva de juros futuros brasileira teve um dia de fortes variações, encerrando em alta nesta segunda-feira (6).

As taxa de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027, de curtíssimo prazo, fechou a 14,170%, na máxima intradia, ante 14,030% do ajuste anterior.

Leia mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Milho termina em alta com impulso do petróleo e perspectivas climáticas dos EUA

Os contratos futuros do milho negociados na bolsa de Chicago fecharam em alta modesta nesta segunda-feira, recuperando-se das quedas iniciais com o suporte da alta do petróleo, já que os EUA e o Irã intensificaram sua retórica, disseram os operadores.

Os corretores também estavam monitorando as previsões de tempo chuvoso no Meio-Oeste dos EUA, o que poderia retardar o trabalho de campo no início do plantio.

Leia mais.

Moura Dubeux (MDNE3) amplia lançamentos para R$ 1,3 bilhão no 1T25 e vendas crescem 85,7%

A incorporadora Moura Dubeux (MDNE3) teve lançamentos de R$ 1,3 bilhão no primeiro trimestre ante R$ 402 milhões no mesmo período de 2025, segundo prévia operacional divulgada nesta segunda-feira.

A vendas da empresa que afirma ser líder em market share na região Nordeste somaram R$ 1 bilhão nos três primeiros meses do ano, crescimento de 85,7% na mesma comparação.

Leia mais.

Etanol hidratado tem queda de 2% na usina de SP enquanto comprador aguarda nova safra, diz Cepea

Os preços do etanol hidratado nas usinas do Estado de São Paulo, maior produtor e consumidor do Brasil, tiveram queda de 2,1% na semana passada, para uma média de R$2,8875/litro, à medida que compradores estão cautelosos nas aquisições do biocombustível diante da expectativa do aumento na oferta na safra 2026/27 recém-iniciada, avaliou nesta segunda-feira (6) uma pesquisadora do Cepea.

A ampliação da oferta deverá ocorrer pela maior destinação de cana-de-açúcar para a produção de etanol, considerando que o preço do biocombustível está mais interessante do que o do açúcar. Além disso, a expansão da produção de etanol de milho é outro fator sendo considerado.

Leia mais.

Braskem (BRKM5) cai mais de 7%; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira

As ações da Braskem (BRKM5) lideraram a ponta negativa do Ibovespa.

O movimento refletiu a notícia da Broadcast de que a Braskem Idesa prepara um pedido de Chapter 11 nos Estados Unidos.

Além disso, em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na quinta-feira (2), a petroquímica afirmou que avalia alternativas para otimizar sua estrutura de capital, o que inclui eventuais medidas de proteção contra credores.

Confira as maiores quedas do Ibovespa:

  • Braskem (BRKM5): -7,59%, a R$ 8,40
  • Azzas 2154 (AZZA3): -4,61%, a R$ 24,00
  • Cyrela (CYRE3): -3,05%, a R$ 24,80
  • Vamos (VAMO3): -2,98%, a R$ 3,58
  • Suzano (SUZB3): -2,46%, a R$ 49,60
Brava Energia (BRAV3) avança com apoio de petróleo e rumores; veja as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira

A ponta positiva do Ibovespa foi encabeçada pela Brava Energia (BRAV3).

Segundo o Monitor do Mercado, a colombiana Ecopetrol deve assinar uma oferta de compra de ações da Brava, com o preço da ação próximo de R$ 26.

Confira as maiores altas do Ibovespa:

  • Brava Energia (BRAV3): +3,08%, a R$ 21,10
  • Eneva (ENEV3): +2,57%, a R$ 25,52
  • Caixa Seguridade (CXSE3): +1,73%, a R$ 18,78
  • Petrobras PN (PETR4): +1,64%, a R$ 48,94
  • Cogna (COGN3): +1,57%, a R$ 3,23
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Governo zera imposto sobre querosene de aviação para conter alta das passagens

O governo federal anunciou nesta segunda-feira (6) a isenção de PIS e Cofins sobre o querosene de aviação (QAV) como parte das medidas para conter o impacto da alta dos combustíveis, provocada pela guerra no Oriente Médio, sobre o preço das passagens aéreas.

Segundo o Executivo, a desoneração reduz em cerca de R$ 0,07 por litro o custo do combustível utilizado pelas companhias aéreas. O QAV é o principal insumo do setor e responde por uma parcela relevante das despesas operacionais das empresas.

Leia mais.

Ibovespa fecha estável após ameaças de Trump ao Irã; dólar recua a R$ 5,14

No primeiro pregão da semana, o Ibovespa (IBOV) oscilou durante a sessão e encerrou estável, apesar da nova rodada de ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Irã.

Nesta segunda-feira (6), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com leve alta de 0,06%, aos 188.161,97 pontos.

Leia mais.

Dólar recua e fecha a R$ 5,14, no menor nível desde fevereiro, apesar de ameaças renovadas de Trump ao Irã

O dólar à vista fechou em queda, em dia de perda de força da moeda norte-americana, mesmo após as falas do presidente dos EUA, Donald Trump.

Nesta segunda-feira (6), o dólar à vista (USDBRL) terminou as negociações a R$ 5,1465, com queda de 0,26%. Esse é a menor cotação de fechamento desde 27 de fevereiro, véspera do início da guerra no Irã.

Leia mais.

Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a segunda-feira (06) em alta de 0,06%, aos 188.161,97 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Wall Street ignora novas ameças de Trump ao Irã e fecha em alta com expectativa de cessar-fogo no Oriente Médio no radar

Os índices de Wall Street encerraram o pregão desta segunda-feira (6) em tom positivo na expectativa de um cessar-fogo no Oriente Médio, apesar da escalada das tensões com novas declarações do presidente norte-americano, Donald Trump.

Confira o fechamento dos índices:

Leia mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar