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Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) recuam forte na B3 após China impor tarifas para carne bovina

02 jan 2026, 13:55 - atualizado em 02 jan 2026, 14:24
Carne bovina, exportações
O novo sistema de Inteligência Artificial é parte das melhorias na operação industrial da Minerva Foods (Imagem: Shutterstock/ASA studio)

As ações da Minerva Foods (BEEF3) e da MBRF (MBRF3), figuravam entre as maiores quedas do Ibovespa nesta sexta-feira (2), após a China anunciar na última quarta-feira restrições a importações de carne bovina para proteger o setor doméstico.

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O país asiático decidiu aplicar uma tarifa adicional de 55% sobre importações de carne bovina que excederem os níveis de cota dos principais países fornecedores, incluindo Brasil, Austrália e Estados Unidos.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços do Brasil acompanha o tema com atenção e dialogará com Pequim em nível bilateral e no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC) para reduzir os efeitos da medida.

Por volta de 13h20, as ações da Minerva caíam 6,08%, a R$5,41, enquanto os papéis da MBRF recuavam 4,4%, a R$19,1. No mesmo horário, o Ibovespa cedia 0,38%. Em Nova York, as ações da JBS perdiam 1,6%, a US$14,49.



Analistas do BTG Pactual destacaram que os exportadores, especialmente os maiores sob cobertura do banco, não devem sair ilesos, mas ponderaram que a situação parece administrável.

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“Nossa principal preocupação é que a China talvez deixe de ser vista como o principal motor de crescimento do setor, o que pode pesar no perfil de crescimento de longo prazo dos exportadores de carne bovina”, acrescentaram em relatório.



A equipe da Genial Investimentos também avaliou que a escassez global de carne e demanda firme tendem a amortecer parte do efeito no curto prazo.

“O Ministério da Agricultura indicou que atuará para mitigar impactos, o que pode reduzir incertezas ao longo da implementação”, acrescentou em comentário publicado no site nesta sexta-feira.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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