Análise Técnica

Mini-índice dispara 1,48% e mira os 190 mil pontos; veja o que esperar segundo o BTG Pactual

01 out 2026, 11:33
day trade mini índice
(Imagem: MariuszBlach/Getty Images)

O mini índice (WINV26) avançou 1,48% no pregão e encerrou aos 187.690 pontos, retomando o movimento de alta no curto prazo. Segundo a análise técnica do BTG Pactual, o contrato rompeu importantes médias móveis no gráfico de 60 minutos, reforçando o viés comprador.

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O ativo fechou acima das médias móveis de 21 e 50 períodos, posicionadas em 187.335 e 186.269 pontos, respectivamente. Com o rompimento, esses níveis passam a funcionar como suportes imediatos. O Índice de Força Relativa (IFR) permanece em região neutra, sem sinais de exaustão do movimento.

De acordo com o banco, caso o mini-índice sustente o fechamento acima dos 187.335 pontos, poderá buscar a resistência próxima dos 190 mil pontos. As tendências de curto, médio e longo prazo são classificadas como de alta.

Mini dólar recua, mas mantém viés de alta no curto prazo

Já o mini dólar (WDOX26) encerrou o pregão em queda de 0,36%, aos 5.215,50 pontos. Apesar do recuo, o contrato mantém uma estrutura de topos e fundos ascendentes desde meados de setembro, indicando a continuidade do viés comprador no curto prazo.

No gráfico de 60 minutos, a média móvel de 21 períodos, aos 5.209,50 pontos, funciona como suporte dinâmico imediato. Já a média móvel de 200 períodos, em 5.160,50 pontos, representa o piso mais relevante da estrutura técnica.

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O IFR recuou da região de sobrecompra e se aproxima da zona neutra, sinalizando uma acomodação do movimento, mas sem reversão definida. Para o BTG Pactual, caso o contrato consiga se manter acima dos 5.209,50 pontos, poderá tentar novamente romper a região dos 5.240 pontos.

No horizonte de curto e médio prazo, a tendência do mini-dólar é de alta, enquanto, no longo prazo, o viés permanece de baixa.

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Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.

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