Vacinas

Misturar vacinas contra a Covid deveria ser possível, diz Oxford

19 nov 2020, 12:55 - atualizado em 19 nov 2020, 12:55
Vacinas Coronavírus Rússia
A expectativa aumenta para os resultados da Astra-Oxford depois que a Pfizer e a Moderna revelaram que suas vacinas, que usam a tecnologia de RNA mensageiro, mostraram 95% de eficácia em uma análise final (Imagem: Reuters/Tatyana Makeyeva)

As pessoas deveriam ter a possibilidade de tomar mais de um tipo de vacina contra o coronavírus, para que não sejam impedidas de tentar uma imunização diferente se a primeira for menos eficaz, disse o principal pesquisador do estudo da Universidade de Oxford.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A teoria é que isso deveria funcionar, e não há razão” para que não funcione, disse Andrew Pollard, que coordena o ensaio da vacina contra a Covid-19 da Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca. “Deveria ser possível usar uma vacina e depois reforçar com a outra”, disse durante conferência de imprensa na quinta-feira sobre os resultados mais recentes do grupo.

Segundo Pollard, as líderes na corrida – as vacinas da Astra-Oxford, da Pfizer e da Moderna – visam uma resposta imune contra a chamada proteína spike do SARS-CoV-2. Por isso, deveria ser possível misturá-las. No entanto, ele alertou que mais estudos são necessários.

A expectativa aumenta para os resultados da Astra-Oxford depois que a Pfizer e a Moderna revelaram que suas vacinas, que usam a tecnologia de RNA mensageiro, mostraram 95% de eficácia em uma análise final de dados dos estudos publicados nos últimos 10 dias. A análise sobre a vacina da Astra-Oxford é esperada nas próximas semanas.

Pollard disse que precisava haver pelo menos 53 infecções confirmadas no estudo antes que os dados possam ser revelados, mas, como a taxa de infecção cresce rapidamente, o número provavelmente será muito maior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Astra e a Oxford divulgarão os principais resultados dos testes assim que ultrapassarem o número de referência de casos, seguido por uma análise de dados mais detalhada e revisada por pares em uma revista científica semanas depois, disse Pollard.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Por dentro dos mercados

Receba gratuitamente as newsletters do Money Times

OBS: Ao clicar no botão você autoriza o Money Times a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar