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Mudanças no alto escalão: GPA (PCAR3) anuncia três novos diretores executivos; veja quem entra

17 abr 2026, 8:30 - atualizado em 17 abr 2026, 8:30
gpa pão de açúcar
(Imagem: LinkedIn/GPA)

O GPA (PCAR3), dono da bandeira Pão de Açúcar, anunciou ao mercado a chegada de três novos diretores executivos na companhia, em meio ao processo de recuperação extrajudicial que enfrenta.

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José Rafael Vasquez assume a posição de diretor executivo comercial, digital e marketing da varejista de alimentos. Com mais de 30 anos de experiência nos setores de varejo e bens de consumo na América Latina, com atuação em posições de liderança em empresas de grande porte.

Vasquez passou por grupos como Carrefour Brasil, onde ocupou o cargo de CEO do Sam’s Club Brasil e do Carrefour divisão Varejo, Walmart, Cencosud e Pague Menos.

Jonas Laurindvicius assume a posição de diretor executivo de supply chain. O executivo também possui mais de 30 anos de experiência nos setores de varejo, saúde e indústria. Foi CEO do Grupo DPSP (Drogarias São Paulo e Pacheco) e ocupou cargos em empresas como Riachuelo, C&A, Pernambucanas e Saint-Gobain.

Por fim, Jorge Jubilato assume a posição de diretor executivo de recursos humanos e sustentabilidade. O executivo tem 30 anos de experiência na área. Ao longo da carreira, ocupou posições de diretoria e vice-presidência em empresas como Carrefour Brasil, Fast Shop, C&C, Roldão e Pague Menos.

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De acordo com o comunicado do GPA enviado ao mercado, o movimento reforça a estrutura de liderança do GPA e amplia a capacidade de execução da agenda estratégica da companhia.

Há pouco mais de três meses, a varejista passou por mudança na posição de CEO, com a entrada de Alexandre Santoro.

“Os novos executivos passam a atuar em frentes prioritárias para a companhia, com foco na experiência do cliente, eficiência operacional e disciplina financeira”. diz o GPA.

Recuperação extrajudicial do GPA

No mês passado, o GPA entrou com pedido de recuperação extrajudicial, com cerca de R$ 4,5 bilhões em dívidas para renegociação.

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Diferentemente da recuperação judicial, a extrajudicial permite que empresas em crise financeira renegociem dívidas diretamente com credores.

A ideia não é levar à Justiça a recuperação, mas chegar a acordos sobre a reestruturação de dívidas diretamente com os credores. Dessa maneira, o processo tende a ser mais rápido, menos burocrático e mais barato que a recuperação judicial, focado no acordo voluntário para reestruturar passivos.

O mercado já vinha monitorando uma pressão financeira relacionada a vencimentos de curto prazo. Antes do pedido, o GPA chegou a anunciar a contratação de consultores para auxiliar na busca de alternativas para a melhoria do perfil do endividamento.

Entre os credores, estão nomes como Itaú, HSBC e Casas Bahia, sendo que essa última já pertenceu ao mesmo grupo que o dono da bandeira Pão de Açúcar. Veja aqui a lista completa.

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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