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‘O bitcoin pode chegar aos US$ 175 mil neste ano’, diz veterano do mundo das criptomoedas

21 jan 2026, 15:25 - atualizado em 21 jan 2026, 13:59

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Prever o preço das criptomoedas é uma tarefa difícil. No entanto, para quem acompanha esse mercado diariamente, existem alguns sinais que instigam otimismo. Mesmo depois de terminar um ano fraco, as projeções são de que o bitcoin (BTC) possa dobrar de preço em 2026, de acordo com especialistas do setor.  

“A gente já viu o bitcoin dobrar algumas vezes. É o meu palpite para este ano”, afirmou Alexandre Vasarhelyi, fundador da B2V Crypto, responsável pelo primeiro fundo de bitcoin do Brasil.  

Os comentários foram feitos durante o evento Onde Investir 2026, realizado pelo portal Seu Dinheiro e que foi ao ar nesta quarta-feira (21). Ao lado dele estavam Guilherme Prado, diretor da Bitget para o Brasil, Marcello Cestari, diretor associado de criptoativos da Empiricus Asset 

Os demais convidados também fizeram suas apostas de preço para o fim de 2026. “Eu vou de US$ 150 mil”, disse Cestari.  

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Já o diretor da Bitget apostou em US$ 125 mil, o que seria apenas renovar as máximas históricas atingidas em 2025 e não buscar novos patamares de preço.  

Por que tanta diferença no preço do bitcoin (BTC)? 

Na visão dos especialistas, o momento é de grandes incertezas no panorama global, que inclui guerras, ocupações militares, tarifas comerciais e disputas regionais.  

“A gente está em um momento de incertezas. Cada mês ou semana que passa nós vemos algo sem precedentes no cenário macroeconômico”, comenta Guilherme Prado, da Bitget. “Então, nada de fazer loucuras.”  

Por ser a maior e a principal criptomoeda do mercado, os analistas enxergam o BTC como um “porto seguro” dentro do universo digital. 

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Em contraste, teses alternativas e altcoins (moedas diferentes do bitcoin) tendem a ter uma volatilidade maior em períodos de incerteza, com grandes chances de comprometer a carteira dos investidores.

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
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