O óbvio sendo reafirmado ainda vale a pena neste livro
Quando ouvi falar a primeira vez de Brené Brown me interessei prontamente. Sua palestra “A coragem de ser imperfeito” está na Netflix e assisti de uma tacada só. Nesse início de ano, decidi ler o livro – há detalhes e conceitos que parecem que são melhor compreendidos na leitura – e, no meu caso, em alguns destaques com marca-texto.
Me interessei prontamente por Brené por sua capacidade de reafirmar o óbvio e nos provar que isso é necessário: somos imperfeitos, não seremos perfeitos, não adianta tentar. É esse o subtexto de tudo o que ela diz.
A partir daí, ela nos convida a ter coragem de assumir a imperfeição e transformar isso em evolução pessoal, ousadia e coragem.
“O que nós sabemos tem importância, mas quem nós somos importa muito mais”, diz a autora ainda no prefácio. É um convite para juntar aos conhecimentos de mercado, acadêmicos e profissionais o autoconhecimento. E ela ainda alerta que é esse, talvez, o tipo mais desafiar de conhecimento.
“Ser, em vez de saber, exige atitude e disposição para se deixar ser visto. Isso requer viver com ousadia, estar vulnerável”, diz.
Se você tem restrições com livros de autoajuda e evolução pessoal, talvez tenha lido até aqui com certo preconceito. Mas eu te convido a quebrá-lo: se não quiser investir comprando o livro, veja um trecho da palestra na Netflix.
Brené Brown tem a habilidade de dar soluções óbvias que a gente não pensa porque está ocupado demais com a vida. E nos ajuda a nos sentir melhor com a gente mesmo ao dizer isso, afinal, somos imperfeitos, sempre seremos e está tudo bem.
A coragem de ser imperfeito
Autora: Brené Brown
Editora: Sextante
Nota na Amazon: 4.8 (5)