Ouro

Ouro fecha em leve queda com incertezas de negociações entre EUA e Irã

16 abr 2026, 15:18 - atualizado em 16 abr 2026, 15:56
ouro - mercados
(Imagem: Canva)

O ouro fechou a sessão desta quinta-feira (16) em leve queda com a falta de avanços nas tratativas de paz entre Estados Unidos e Irã.

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Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para junho encerrou em queda de 0,32%, a US$ 4.808,30 por onça-troy.



Já a prata para maio recuou 1,25%, a US$ 78,37 por onça-troy.

O que impulsionou o ouro?

A falta de avanços concretos nas negociações de cessar-fogo mais duradouro entre Estados Unidos e Irã foi o principal vetor do ouro na sessão desta quinta-feira.

Durante a manhã, o ouro operava em alta após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que representantes do Israel e do Líbano iriam se reunir ainda nesta quinta-feira para negociar um cessar-fogo.

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Mais tarde, Trump disse em publicação na rede Truth Social que líderes de Israel e Líbano concordaram em iniciar um cessar-fogo de 10 dias às 17h (horário do leste dos EUA, 18h em Brasília). O presidente dos EUA não informou, porém, o dia em que o cessar-fogo começa a vigorar.

O ouro, contudo, recuou diante de notícias da imprensa internacional que reduziram o otimismo do mercado.

A agência de notícias iraniana ISNA informou que o país persa planeja cobrar pedágio para a circulação de navios no Estreito de Ormuz, enquanto a Al Jazeera relatou que ainda não há data para uma nova rodada de negociações presenciais entre os EUA e o Irã.

Durante a tarde, a Bloomberg afirmou que um acordo de paz permanente entre os países deve demorar seis meses. O programa nuclear iraniano segue como um dos principais entraves para uma proposta de paz.

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Apesar da queda, o ouro manteve-se acima do patamar ainda elevado de US$ 4.800. Para analistas do banco ING, o metal se recuperou parcialmente das perdas recentes, à medida que preocupações com o crescimento apareceram e as oscilações de preços se tornaram menos acentuadas.

Na avaliação do banco, a “demanda subjacente permanece resiliente” apesar de juros mais altos, dólar mais forte e realização de lucros pesarem sobre os preços no curto prazo.

*Com informações de Estadão Conteúdo

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