Comprar ou vender?

Para o Citi, EcoRodovias (ECOR3) voltou a ser ‘atrativa’ após forte correção das ações

27 maio 2026, 18:35 - atualizado em 27 maio 2026, 18:47
Ecorodovias-Ecopistas
(Imagem: Twitter/Ecopistas)

O Citi elevou a recomendação das ações da EcoRodovias (ECOR3) de neutra para compra nesta quarta-feira (27).

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O banco, por sua vez, cortou o preço-alvo de R$ 11 para R$ 10 no fim de 2026 – o que ainda representa um potencial de valorização de 29,7% sobre o preço de fechamento da última terça-feira (26).

Para o analista Filipe Nielsen, o valuation da companhia, com uma Taxa Interna de Retorno (TIR) de 16,7%, voltou a níveis ‘atrativos’ após a recente correção de ações. Desde janeiro, ECOR3 acumula queda de 23,7%.

Hoje, ECOR3 encerrou o pregão com alta de 1,17%, a R$ 7,80.



Gatilhos e riscos de ECOR3

O analista Filipe Nielsen espera um período ‘mais tranquilo’ para novos projetos e aditivos com o leilão da Rota Gerais já concluído e a administração focada na execução.

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“Com a execução como foco, o crescimento do tráfego deve ganhar mais relevância como impulsionador de desempenho”, afirmou o analista.

Segundo ele, “o crescimento de tráfego deve se tornar um vetor mais relevante de desempenho, enquanto a boa assimetria de alta permanece mesmo com uma valuation sensível à dinâmica de tráfego”.

Além disso, o banco ainda considera que, com custos fixos das operações de rodovias pedagiadas, os volumes maiores de tráfego “são uma alavanca importante” para o crescimento da receita e expansão de margens.

As entregas de projetos também tendem a estimular um crescimento de tráfego acima do Produto Interno Bruto (PIB), reforçando tendências positivas.

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Por outro lado, o Citi observa que a alavancagem da companhia deve permanecer elevada até 2030, ainda que o impacto da Selic elevada por mais tempo sobre os lucros pareça “administrável”, já que a maior parte da dívida é atrelada à inflação e às taxas de longo prazo.

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
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