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Petrobras (PETR4): ADRs da estatal sobem em Nova York com disparada do petróleo

02 mar 2026, 7:41 - atualizado em 02 mar 2026, 8:00
Petrobras PETR4 dividendos
ADRs da Petrobras avançam em Nova York com petróleo em forte alta e mercado atento ao risco de interrupções no Estreito de Ormuz após escalada de tensões no Oriente Médio. (Imagem: Tânia Rêgo/Agência Brasil/Flickr)

As American Depositary Receipts (ADRs) da Petrobras (PETR4) operam em alta no pré-market da Bolsa de Nova York, com a disparada nos preços do petróleo devido aos ataques conjuntos dos  Estados Unidos e Israel contra o Irã no sábado (28).

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Agora de manhã, por volta das 7h30, as ADRs que representam as ações ordinárias da Petrobras (PBR) subiam 4,21%, negociadas por US$ 17,33 Já os papéis que representam as preferenciais (PBRa) avançavam 4,16%, para US$ 16,04.

O petróleo chegou a superar o patamar de US$ 80 por barril no início do pregão. O tipo Brent, referência internacional, subia 7,99%, cotado a US$ 78,64 o barril. Já o WTI, referência no mercado norte-americano, avançava 7,43%, a US$ 72,02 o barril.

O principal ponto de preocupação do mercado é o controle iraniano sobre o Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo e que concentra o risco de interrupções na oferta da commodity.

Cerca de um quinto do consumo global passa por esse corredor, que conecta grandes produtores do Oriente Médio — como Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Catar — aos mercados da Ásia, Europa e América do Norte.

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Na prática, qualquer bloqueio ou interrupção na passagem teria impacto direto sobre o comércio internacional e poderia pressionar ainda mais os preços do petróleo no mercado global.

Nos mercados externos, ações de empresas de petróleo e do setor de defesa limitam as perdas do dia. Na China, por exemplo, o índice de Xangai Composto driblou o mau humor regional e subiu 0,47%, aos 4.182,59 pontos, impulsionado por petrolíferas como Sinopec e PetroChina, que saltaram cerca de 10% diante da forte reação do petróleo às tensões no Oriente Médio.

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Coordenadora de redação
Formada em Jornalismo pela PUC-SP, tem especialização em Jornalismo Internacional. Atua como coordenadora de redação no Money Times e já trabalhou nas redações do InfoMoney, Você S/A, Você RH, Olhar Digital e Editora Trip.
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