Tempo Real

Tempo real: Ibovespa sobe com ajuda de Petrobras (PETR4) na contramão da aversão a risco global; dólar sobe

02 mar 2026, 6:30 - atualizado em 02 mar 2026, 18:17
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) inicia a semana em tom de aversão a risco com a escalada da tensão no Oriente Médio, com os ataques dos Estados Unidos, coordenados com Israel, contra o Irã. A cautela externa foi blindada pela disparada do petróleo Brent.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta segunda-feira (2), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com alta de 0,28%, aos 189.307,02 pontos. 

Já o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,1659, com alta de 0,62%. 

Por aqui, os investidores acompanharam, ainda que em segundo plano, as estimativas do Relatório Focus. Os economistas ouvidos pelo Banco Central (BC) ajustaram as projeções para a Selic em 2026 pela segunda vez consecutiva e agora esperam a taxa básica de juros a 12% em dezembro.

No exterior, os investidores seguiram acompanhando os desdobramentos do conflito no Irã. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os ataques devem continuar por cerca de quatro a cinco semanas e que “uma grande onda” contra o país persa ainda está por vir.

Confira o Ibovespa e dos mercados em tempo real:

Ao vivo
GPA (PCAR3) pede bloqueio de ações do Casino em processo de arbitragem

O GPA (PCAR3) informou nesta segunda-feira (2) que entrou com um pedido para bloquear as ações que pertencem ao acionista Casino Guichard-Perrachon, além de eventuais valores obtidos com a venda desses papéis.

Segundo a companhia, a medida tem como objetivo proteger seus direitos e garantias enquanto a disputa está em andamento.

Leia mais.

Axia Energia (AXIA3) fixa reembolso de R$ 40,62 por ação para preferencialistas que exercerem direito de recesso

A Axia Energia (AXIA3) detalhou nesta segunda-feira (2) como funcionará o direito de recesso para acionistas que possuem ações preferenciais classes A1 (PNA1) e B1 (PNB1), caso seja aprovada a proposta de migração da companhia para o Novo Mercado da B3.

Se a conversão dessas ações for aprovada nas Assembleias Gerais Especiais (AGESPs), os investidores que votarem contra, se abstiverem ou não participarem da votação poderão pedir a saída da companhia, com direito a receber o valor das ações.

Leia mais.

EUA dizem que Estreito de Ormuz não está fechado, segundo reportagem da Fox News

O Comando Central dos EUA (CENTCOM) afirmou que o Estreito de Ormuz, uma rota marítima fundamental para o abastecimento mundial de petróleo, não está fechado, apesar das declarações de autoridades iranianas, informou a Fox News nesta segunda-feira.

O CENTCOM não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

– Reuters

Irã fecha Estreito de Ormuz e ameaça incendiar qualquer navio que tentar passar

Um comandante sênior da Guarda Revolucionária do Irã advertiu que Teerã teria como alvo o transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz e atacaria a infraestrutura de petróleo no Oriente Médio para impedir as exportações, segundo a agência de notícias Iran International, baseada em Londres.

“Qualquer navio que tentar passar pelo Estreito de Ormuz será incendiado”, afirmou o brigadeiro-general Ebrahim Jabbari em declarações divulgadas pela mídia iraniana nesta segunda-feira, 2.

Leia mais.

Azul (AZUL53): S&P eleva rating para ‘brBBB-‘ na escala nacional, após saída do Chapter 11

A Azul (AZUL53) informou nesta segunda-feira (2) que teve sua nota de crédito elevada pela S&P Global na Escala Nacional Brasil. A agência atribuiu upgrade para “brBBB-”, com perspectiva estável.

De acordo com comunicado divulgado pela companhia, a revisão do rating reflete a saída bem-sucedida da Azul do processo de Chapter 11, acompanhada por uma estrutura de capital significativamente mais leve.

Leia mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Banco do Brasil (BBAS3) atualiza valor de JCPs; veja o que muda

O Banco do Brasil (BBAS3) atualizou o valor a ser pago em juros sobre o capital próprio, mostra documento enviado ao mercado nesta segunda-feira (2).

Isso ocorre porque o banco tem como política atualizar os valores de acordo com a taxa básica de juros, a Selic. Segundo o documento, o valor, que antes era de R$ 0,21630429188 passou para R$ 0,22149188952.

Leia mais.

Fitch rebaixa GPA (PCAR3) para ‘CCC(bra)’ e vê risco elevado de reestruturação

A Fitch Ratings revisou sua recomendação de crédito para o GPA (PCAR3) em relatório divulgado na noite desta segunda-feira (2). A casa retirou sua observação negativa e rebaixou o rating nacional de longo prazo da varejista para ‘CCC(bra)’, de ‘A(bra)’, citando risco elevado de refinanciamento, liquidez pressionada e geração de caixa estruturalmente negativa.

O corte para a faixa de alto risco ocorre em meio a um cronograma apertado de vencimentos. Segundo a agência, há cerca de R$ 1,7 bilhão em dívidas a vencer entre maio e julho de 2026 — um volume que, na visão da Fitch, não é compatível com o perfil financeiro atual da companhia.

Leia mais.

Stone (STNE) cai 5% após resultado abaixo do esperado

As ações da empresa de meios de pagamento StoneCo (STNE) chegaram a cair 5% no after market desta segunda-feira (2) após a empresa divulgar que teve lucro líquido ajustado de R$ 707 milhões no quarto trimestre, alta de 12% na comparação com o mesmo período de 2024.

O resultado ficou abaixo da média de previsões de analistas compilada pela LSEG, de R$ 743 milhões.

Leia mais.

Braskem (BRKM5) salta mais de 3% com petróleo; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira (2)

A ponta negativa foi encabeçada por Braskem (BRKM5) com o mercado digerindo a queda nas vendas de resinas e principais químicos no Brasil, registrada no relatório operacional do quarto trimestre de 2025 (4T25).

Os números mostram uma situação ainda difícil, na visão do BTG Pactual, que permanece cauteloso diante do momento da petroquímica.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira (2):

> Braskem (BRKM5): -3,55%, a R$ 9,25

> Multiplan (MULT3): -3,10%, a R$ 34,11

> Marcopolo (POMO4): -2,91%, a R$ 6,68

> Usiminas (USIM5): -2,40%, a R$ 6,90

> RD Saúde (RADL3): -2,39%, a R$ 24,48

Prio (PRIO3) salta mais de 5% com petróleo; confira as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira (2)

Ibovespa (IBOV) iniciou a sessão em queda de quase 1%, mas recuperou as perdas com apoio de Petrobras (PETR4). As ações da estatal, que estão entre os pesos-pesados do índice, subiram mais de 4% na esteira do petróleo Brent.

Mas a ponta positiva do Ibovespa foi liderada por Prio (PRIO3), com alta de 5%.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira (2):

> Prio (PRIO3): 5,12%, a R$ 57,28

> Petrobras ON (PETR3): +4,63%, a R$ 44,71

> Petrobras PN (PETR4): +4,58%, a R$ 41,13

> PetroReconcavo (RECV3): +3,33%, a R$ 12,73

> B3 (B3SA3): +3,30%, a R$ 18,49

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Wall Street fecha sem direção única com conflito no Oriente Médio no radar

Os índices de Wall Street recuperaram parte das perdas do início do pregão desta segunda-feira (2) e fecharam sem direção única, influenciados pelo avanço do conflito entre Estados Unidos e Irã, que resultou no fechamento do Estreito de Ormuz.

Com a disparada dos preços do petróleo na sessão de hoje, os temores de uma pressão altista na inflação voltaram ao radar dos investidores.

Leia mais.

Ibovespa dribla cautela externa com ajuda de Petrobras (PETR4) e fecha em alta; dólar sobe a R$ 5,16

O Ibovespa (IBOV) iniciou março em tom positivo com impulso da disparada do petróleo, em meio a escalada das tensões geopolíticas após o ataque dos Estados Unidos contra o Irã no fim de semana.

Nesta segunda-feira (2), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com alta de 0,28%, aos 189.307,02 pontos. 

Leia mais.

Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a segunda-feira (02) em alta de 0,50%, aos 189.772,83 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Governo Lula rifa imposto sobre eletrônicos diante de desgaste político em ano eleitoral

O que nasceu como uma promessa de reforço de R$ 14 bilhões nos cofres públicos terminou como um revés tático para o Palácio do Planalto. Em um movimento incomum, exceto em um ano eleitoral como o de 2026, o governo Lula recuou do aumento no Imposto de Importação (II) sobre smartphones e notebooks.

A revogação das novas alíquotas, confirmada na última quinta-feira (27), sinaliza que o temor da inflação e a pressão digital sobre as urnas pesou mais na balança do que o cumprimento das metas fiscais propostas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Leia mais.

Bolsas de Wall Street fecham sem direção única com conflito no Oriente Médio no radar

Os índices de Wall Street recuperaram parte das perdas do início do pregão desta segunda-feira (2) e fecharam sem direção única, influenciados pelo avanço do conflito entre Estados Unidos e Irã, que resultou no fechamento do Estreito de Ormuz.

Confira o fechamento dos índices:

  • Dow Jones: -0,15%, aos 48.904,78 pontos;
  • S&P 500: +0,04%, aos 6.881,62 pontos; 
  • Nasdaq: +0,36%, aos 22.748,85 pontos.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
PIB do 4T25 deve mostrar economia estável, com alta de 0,1%, apontam projeções

O Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre de 2025 (4T25), que será divulgado nesta terça-feira (3), deve indicar uma economia praticamente parada no fim do ano, segundo as estimativas do mercado.

A mediana das projeções do Broadcast aponta para um crescimento de 0,1% no quarto trimestre, na comparação com os três meses anteriores, já com ajuste sazonal. O Itaú BBA projeta o mesmo número.

Leia mais.

Produção de petróleo do Brasil cresce 14,6% em janeiro, mostra ANP

A produção de petróleo do Brasil atingiu 3,953 milhões de barris por dia (bpd) em janeiro, alta de 14,6% versus o mesmo mês do ano passado, após ter batido recorde em 2025, mostrou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta segunda-feira.

O avanço anual reflete principalmente o desempenho do pré-sal, que respondeu por cerca de 80% da produção total de petróleo no país em janeiro, atingindo 3,167 milhões de bpd.

Leia mais.

Petróleo fecha em alta, depois de saltar quase 10% na sessão por conflito no Oriente Médio

O petróleo fechou em alta robusta nesta segunda-feira (2) embora tenha perdido parte do ímpeto da manhã, quando saltou quase 10% frente a temores de uma guerra prolongada entre Estados Unidos e Irã.

Interrupções no fornecimento global de energia com o fechamento do Estreito de Ormuz também causaram disparada nos preços de diesel e gás natural.

Leia mais.

MBRF (MBRF3): JP Morgan enxerga efeitos positivos para preços com conflito no Irã

O JP Morgan avaliou os possíveis impactos do conflito envolvendo o Irã sobre as operações da MBRF (MBRF3) no Oriente Médio e concluiu que, no curto prazo, o cenário pode favorecer a companhia em termos de preços e volumes, mas alertou para riscos logísticos caso o conflito se prolongue. Os analistas recomendam compra (overweight) e preço-alvo de R$ 28,5o para a ação.

Segundo o banco, a região responde por cerca de 5% da receita da empresa, podendo alcançar entre 8% e 10% do Ebitda em 2026. Aproximadamente metade do frango consumido nos mercados halal do Oriente Médio é congelado e importado — majoritariamente do Brasil — o que reforça a relevância estratégica da região para as exportadoras brasileiras de proteína.

Leia mais.

Dólar fecha em alta a R$ 5,16 de olho nos desdobramentos do conflito no Irã

As tensões geopolíticas escalaram e o dólar, considerado um dos principais ativos de proteção a risco, ganhou força ante as principais moedas globais e emergentes. 

Nesta segunda-feira (2), o dólar à vista (USDBRL) encerrou a sessão a R$ 5,1659, com alta de 0,62%. Mais cedo, a divisa chegou a superar a cotação de R$ 5,20. 

Leia mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar