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Petrobras trabalha com Modec para evitar atrasos em plataforma de Búzios

16 ago 2021, 20:26 - atualizado em 16 ago 2021, 20:26
Petrobras
O campo poderia suportar 12 plataformas do tipo FPSO na próxima década, disse Marcio Kahn, que chefia o projeto da Petrobras. (Imagem: REUTERS/Sergio Moraes)

A Petrobras (PETR4) está trabalhando com a companhia japonesa de engenharia Modec para evitar atrasos na implantação da quinta plataforma de produção do campo de Búzios, disse o gerente executivo do ativo nesta segunda-feira.

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A estatal brasileira propôs nove plataformas para Búzios, seu projeto de águas profundas com ritmo mais acelerado de crescimento, no plano de negócios 2021-2025.

Quatro unidades já estão em operação, e uma quinta está programada para iniciar produção no segundo semestre de 2022.

O campo poderia suportar 12 plataformas do tipo FPSO na próxima década, disse Marcio Kahn, que chefia o projeto da Petrobras.

Essas 12 unidades permitiriam à empresa ampliar a produção de petróleo em Búzios para mais de 2 milhões de barris por dia (bpd), ante cerca de 600 mil bpd atualmente.

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“Búzios é uma assinatura, um campo enorme. Está muito alinhado com nossa estratégia”, disse Kahn.

A Modec deve entregar e operar a quinta FPSO no ano que vem, enquanto uma sexta instalação para Búzios deve chegar em 2024.

A Petrobras iniciou produção em Búzios em 2018, e desde então bombeou cerca de 400 milhões de barris.

No ano passado, o campo foi responsável por 34% da produção de petróleo da companhia na região do pré-sal.

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“Estamos muito orgulhosos de todas as nossas conquistas, mas agora queremos mais, aplicando inovações ultraprofundas para gerar energia sustentável e confiável”, afirmou Kahn.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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