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PicPay (PICS): Expansão robusta de crédito e de volume de pagamentos deve sustentar estratégia de crescimento, aponta BofA

06 abr 2026, 14:02 - atualizado em 06 abr 2026, 14:03
picpay
(Imagem: Divulgação/Nasdaq

O Bank of America (BofA) em relatório destaca que o PicPay (PICS) está no caminho certo para entregar sua estratégia após os resultados fortes do quarto trimestre de 2025 (4T25).

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No período, a fintech registrou lucro líquido ajustado de R$ 188,2 milhões, um avanço de 136% na comparação com igual período de 2024, no primeiro balanço desde a abertura de capital (IPO) em Nova York.

De acordo com o BofA, os próximos passos do PicPay devem ser apoiados por uma expansão robusta do crédito e do volume de pagamento com cartões (TPV).

O banco reitera a recomendação de compra de PICS, com preço alvo de US$ 27, um potencial de valorização de 151,6% em relação ao fechamento anterior (2), de US$ 10,73.

Segundo o BofA, o crescimento dos lucros deve permanecer forte em 2026, impulsionado por empréstimos, consignados, cartões, expansão da margem financeira e ganhos de alavancagem operacional.

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Além disso, o PicPay segue com tese atrativa, com múltiplo de preço sobre lucro de 8x para 2026 e de 3x para 2027, após desempenho fraco das ações.

Ventos favoráveis para o PicPay

A expectativa do BofA é de lucro líquido ajustado de R$ 1 bilhão em 2026 para o PicPay, com avanço de 111% na comparação anual.

Isso, afirma, deve refletir o forte crescimento da carteira de crédito, liderado por empréstimos consignados privados e cartões de crédito; a expansão da margem financeira, sustentada por maior alavancagem da carteira de crédito e redução da taxa Selic; o crescimento das receitas, principalmente de Pix e cartões; e os maiores ganhos de alavancagem operacional.

Esses fatores positivos, no entanto, devem ser parcialmente compensados por despesas com provisões crescendo mais rápido que a carteira de crédito, com a pressão de empréstimos consignados privados e sazonalidade do portfólio, e a redução da contribuição de receitas relacionadas ao financiamento via Pix com cartões de terceiros.

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
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