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Plano&Plano (PLPL3) tem vendas fortes no 4T25; o que dizem os analistas sobre a ação?

15 jan 2026, 11:13 - atualizado em 15 jan 2026, 11:13
plano & plano plpl3
Plano&Plano (PLPL3) tem vendas fortes no 4T25; o que diz o BTG sobre a ação (Foto: Flávya Pereira/Money Times)

A equipe de analistas do BTG Pactual reforçou a visão positiva para a Plano&Plano (PLPL3) após a companhia divulgar sua prévia operacional do quarto trimestre de 2025 (4T25).

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Em relatório, o banco afirmou que os números vieram fortes do ponto de vista operacional, principalmente em vendas, e reiterou a recomendação de compra para as ações, com preço-alvo de R$ 23, o que representa potencial de valorização de cerca de 60% em relação ao preço atual, de R$ 14,34.

Por volta das 11h (horário de Brasília), os papéis da construtora recuavam aproximadamente 0,8% na bolsa de valores (B3). No acumulado dos últimos 12 meses, porém, avançam mais de 51%. Acompanhe o tempo real.



Vendas fortes

Na visão do BTG, as vendas robustas definiram o tom de um trimestre positivo, ficando acima das estimativas e sustentando uma velocidade de vendas (VSO) saudável, de 28%, ante 20% no quarto trimestre de 2024.

Ao todo, as vendas líquidas da Plano&Plano somaram R$ 1,55 bilhão entre outubro e dezembro, alta de 119% na comparação anual e 31% acima do que o banco esperava.

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O desempenho foi puxado, em parte, pela queima de estoques — venda de imóveis já prontos ou lançados anteriormente —, num movimento já aguardado pelo BTG.

A receita bruta da companhia atingiu R$ 1,6 bilhão, aumento de 92% em um ano, enquanto os cancelamentos caíram 59%, para R$ 52 milhões.

Lançamentos menores e queima de caixa

Apesar disso, a Plano&Plano lançou quatro projetos no 4T25, que somaram R$ 620 milhões em VGV, um recuo anual de 51% e 13% abaixo da projeção do BTG.

Segundo o banco, o movimento foi intencional, já que a empresa priorizou a venda de estoques após um terceiro trimestre (3T25) forte em lançamentos, que se concentraram no final de setembro.

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A construtora também reportou geração de fluxo de caixa de R$ 96 milhões, impulsionada por R$ 123 milhões em vendas de recebíveis.

Excluindo esse efeito, porém, houve uma queima de caixa recorrente de R$ 27 milhões, em linha com as estimativas de equilíbrio do BTG.

“Em nossa opinião, o sólido desempenho de vendas mais do que compensou o resultado do fluxo de caixa (FCF) um pouco mais fraco do que o esperado”, pontuou o relatório.

Com uma visão positiva para o segmento de habitação de baixa renda, o BTG também destacou que a ação PLPL3 segue com valuation atrativo, negociada a um múltiplo P/L de 6 vezes para 2026.

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Jornalista formado e com MBA em Planejamento Financeiro e Análise de Investimentos. Passou pelas redações da TV Band, UOL, Suno Notícias e Agência Mural, e foi líder de conteúdo no 'Economista Sincero'. Hoje, atua como repórter no Money Times.
Jornalista formado e com MBA em Planejamento Financeiro e Análise de Investimentos. Passou pelas redações da TV Band, UOL, Suno Notícias e Agência Mural, e foi líder de conteúdo no 'Economista Sincero'. Hoje, atua como repórter no Money Times.
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