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Por que a Solana (SOL) é a criptomoeda mais recomendada para março, segundo especialistas de seis casas de análise

09 mar 2026, 11:50 - atualizado em 09 mar 2026, 11:50
Solana
(Imagem: Unsplash/GuerrillaBuzz Blockchain PR Agency)

Solana (SOL) vem se consolidando como uma das principais blockchains voltadas para aplicações em grande escala, impulsionada por sua alta performance e baixo custo transacional. Por isso, ela foi a criptomoeda mais recomendada pelos especialistas ouvidos pela equipe do Crypto Times. 

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Este conteúdo faz parte do nosso e-book mensal que ouve as principais casas e plataformas de negociação de criptomoedas do Brasil. Leia aqui o material completo. 

No acumulado de 2026, o preço da Solana caiu cerca de 30%, dos quais 20% foram apenas em fevereiro. Vale destacar que a SOL faz parte da classe das altcoins, isto é, criptomoedas alternativas ao bitcoin e que geralmente apresentam uma volatilidade maior de preços em momentos de estresse do mercado. 

Mesmo assim, as casas de análise ouvidas pela reportagem apontam que essa desvalorização abriu uma oportunidade de compra para Solana. Veja a seguir o que pensam os analistas: 

Solana (SOL): Por que investir na criptomoeda agora? 

De acordo com a Foxbit, a rede SOL é uma alternativa relevante para projetos que exigem escalabilidade, especialmente em um momento de crescimento do ecossistema. 

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Segundo a corretora, o avanço de aplicações voltadas ao varejo e novos projetos de tokenização têm mantido o ativo no radar do mercado. A Foxbit também destaca que a dinâmica de volume e engajamento da rede costuma amplificar movimentos do mercado, tanto em ciclos de valorização quanto em momentos de maior volatilidade. 

Na avaliação da Bitso, a Solana está entre as blockchains mais alinhadas à expansão dos pagamentos digitais e de aplicações em escala. A exchange aponta que, à medida que stablecoins ganham espaço como camada de liquidação e para remessas internacionais — sobretudo em mercados emergentes — redes rápidas e de baixo custo tendem a se tornar ainda mais relevantes. Nesse cenário, a eficiência operacional da Solana e sua integração crescente com aplicações voltadas ao usuário final podem favorecer a adoção do protocolo. 

Do mesmo modo, NovaDAX também ressalta que a criptomoeda permanece entre as altcoins com maior liquidez e presença em mercados futuros. De acordo com a plataforma, o ativo é conhecido por amplificar movimentos do mercado, registrando variações percentuais acima da média do setor em momentos de maior apetite por risco. 

Para a Vault Capital, a Solana representa uma exposição de maior beta dentro do mercado de criptoativos, mas ainda faz parte do grupo de redes com forte atividade econômica real e crescimento de usuários. Em cenários de volatilidade, o ativo tende a ser utilizado mais como uma posição tática nas carteiras do que como um núcleo defensivo. 

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Outro potencial catalisador destacado pelo Mercado Bitcoin (MB) é a possibilidade de aprovação de um ETF à vista de Solana nos Estados Unidos. Segundo a plataforma, o produto poderia incluir mecanismos de staking, o que ampliaria significativamente a entrada de capital institucional no ecossistema. Além disso, estratégias de acumulação do ativo por tesourarias corporativas começam a ganhar tração, o que pode fortalecer a demanda e impulsionar a valorização do projeto. 

Por fim, o BTG Pactual Digital Assets, em sua carteira moderada, destaca que a Solana é uma rede de contratos inteligentes com alta escalabilidade e velocidade, capaz de suportar grande volume de operações simultâneas. 

As baixas taxas de transação e a capacidade de processamento da rede favorecem aplicações que exigem maior desempenho, reforçando o papel da blockchain entre os principais projetos do setor. 

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
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