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Por que você deveria investir em Hyperliquid (HYPE), a criptomoeda que sobe na contramão do mercado — e paga dividendos

10 fev 2026, 10:10 - atualizado em 10 fev 2026, 10:10
Hyperliquid (HYPE) agora está no Mercado Bitcoin (MB) (Imagem Divulgação)
Hyperliquid (HYPE) agora está no Mercado Bitcoin (MB) (Imagem Divulgação)

Não é segredo para o investidor veterano que o mercado de criptomoedas é altamente volátil e tentar acertar uma tese alternativa no setor pode ser altamente arriscado. No entanto, segundo três plataformas de negociação de ativos digitais, a Hyperliquid (HYPE) é uma delas. 

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Voltando alguns passos, a Hyperliquid é apontada pelas casas de análise como uma das principais apostas em infraestrutura das finanças descentralizadas (DeFi) neste ciclo do mercado, especialmente no segmento de derivativos perpétuos. 

Além disso, a criptomoeda se destaca como uma das poucas entre as cem maiores moedas do mundo com uma valorização da ordem de 15%, segundo o Coin Market Cap.  

Segundo o Mercado Bitcoin (MB), o projeto se diferencia por operar sobre uma blockchain Layer 1 própria, de alta performance, desenhada para suportar livros de ordens on-chain rápidos, taxas competitivas e experiência próxima à de corretoras centralizadas — algo que tem sido um gargalo. 

O token nativo da plataforma, o HYPE, é o núcleo econômico do ecossistema, sendo utilizado para taxas, governança e staking, além de capturar diretamente o crescimento da atividade da plataforma. 

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Este conteúdo foi retirado do nosso e-book mensal com as melhores criptomoedas segundo as plataformas de negociação de ativos digitais. Clique aqui para ter acesso ao material completo com essa e outras 20 criptomoedas para investir em fevereiro. 

Hyperliquid (HYPE): O que pensam as outras casas 

Na visão da Coinext, a Hyperliquid movimentou, em 2025, mais de US$ 3 trilhões em volume negociado, alcançando cerca de 25% de participação de mercado e gerando US$ 911 milhões em receita, de acordo com dados do DeFiLlama. 

Parte desse desempenho é atribuída ao modelo de livro de ordens centralizado (CLOB), às otimizações técnicas — como o HIP-3, que melhora a eficiência e a velocidade de execução — e à política de margens competitivas. 

Esse conjunto permitiu a distribuição de yields de aproximadamente US$ 420 milhões aos detentores de HYPE, reforçando a tese de que o token funciona como um ativo gerador de fluxo de caixa dentro do DeFi. 

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Vault Capital destaca que o principal diferencial da Hyperliquid está em seu modelo de negócios anticíclico. Enquanto muitos criptoativos dependem de mercados em alta para capturar valor, a Hyperliquid gera receita independentemente da direção dos preços, pois lucra com o volume e a volatilidade. 

Isso porque durante a forte correção de 30 de janeiro, quando bitcoin (BTC) e ethereum (ETH) recuaram, a Hyperliquid não apenas resistiu como avançou 37% na semana seguinte. 

O motivo, segundo a casa, é simples: em momentos de estresse, traders profissionais intensificam operações de hedge, vendas a descoberto e ajustes de alavancagem — todas atividades que geram taxas. Essas taxas são integralmente distribuídas aos stakers de HYPE, gerando uma receita real, baseada em uso efetivo do protocolo, e não em emissão inflacionária de tokens. 

Até onde vai o preço da criptomoeda? 

Em termos de preço-alvo, a Coinext cita projeções do portal CoinDCX que indicam aumento moderado da volatilidade no curto prazo, refletindo realização parcial de lucros e novas ondas de acumulação. 

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Mantido um sentimento construtivo de mercado, o HYPE poderia avançar entre 8% e 10%, com potencial de alcançar a região de US$ 33,50 até o fim de fevereiro, segundo essas estimativas. Atualmente, a criptomoeda é negociada em um patamar próximo dos US$ 29,58.  

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
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