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Pré-mercado: Pombo-correio

28/04/2021 - 8:58
Quão alto Brasília consegue tocar? / O som do silêncio (2019)

Bom dia, pessoal!

Em dia de reunião do Federal Reserve, o banco central dos EUA, o mercado se reúne para verificar eventual mudança no discurso da autoridade monetária.

Como tem sido ultimamente, eventos como este têm chamado muito a atenção dos investidores, ainda que nenhuma novidade tenha sido proferida até aqui.

O Brasil ameaça seguir sua própria dinâmica depois de ter Brasília afetando o nível dos ativos de risco mais uma vez.

A Europa abre majoritariamente no positivo, diferentemente dos futuros americanos, que amanhecem em queda por cautela. A ver…

Ajuste necessário ou debandada?

Diversos assessores do Ministério da Economia foram demitidos entre segunda e terça-feira. A troca começou com Waldery Rodrigues, tido como número dois da pasta, mas não parou por aqui.

Saíram também Martha Seillier, da Secretaria do PPI, Yana Dumaresq, da Secretaria-Adjunta de Comércio Exterior, George Soares, da Secretaria do Orçamento, e Vanessa Canado, da Assessoria Especial para a reforma tributária.

A quantidade de mudanças, em paralelo com o início da CPI da Covid, dá a impressão de desgaste da agenda de reformas, que era esperada para ser retomada neste trimestre.

Hoje deveremos ter pressões de Brasília, com possível tentativa de explicar o que aconteceu no Ministério.

Se as trocas foram no sentido de reduzir a pressão junto ao Congresso e ao Centrão, talvez possa significar mais avenida para as propostas de Guedes.

Ruídos da CPI também podem atrapalhar a quarta-feira.

Que venha o Fed!

Em meio aos balanços corporativos de peso, o Federal Reserve se reúne e os holofotes ficarão sobre Jerome Powell, que deverá repetir seu discurso já conhecido.

Novidades sobre o grau da retomada econômica e qualquer mudança de tom por parte da autoridade monetária serão observados na vírgula pelos financistas – não é expressão; hoje, temos algoritmos que avaliam cada letra e ritmo do discurso.

Uma queda da ameaça inflacionária significa que a política monetária deixaria de ser uma preocupação dos investidores, ao menos em um primeiro momento.

Sabemos que, assim como alguns bancos centrais já têm feito, a compra de títulos é o primeiro tipo de programa a mudar (ser reduzido) – surpresas aqui podem fazer preço, mesmo que ninguém espere que a compra de títulos termine agora.

Enquanto isso, durante a noite, Joe Biden participará de sessão conjunta no Congresso. Mais informações sobre seus programas serão esperadas com animosidade.

Recentemente, Biden assinou uma ordem executiva aumentando o salário mínimo para trabalhadores contratados no governo federal, posicionamento que será cobrado pelo Congresso.

A volatilidade segue recuando

O indicador mais proeminente de ansiedade do investidor de Wall Street, o índice VIX de volatilidade implícita de ações, também chamado de índice do medo, segue em baixa desde março.

Em grande parte, o primeiro trimestre havia sido mais volátil por conta do temor inflacionário dos investidores e pela consequente rotação setorial. Agora, porém, depois de relativa acomodação, o mercado começa a ver razões para esperar episódios periódicos de maior volatilidade no curto prazo.

Em primeiro lugar, os investidores provavelmente ficarão divididos entre o otimismo em relação à aceleração do crescimento e as preocupações com o aumento da inflação.

Em segundo lugar, o otimismo ao longo da pandemia está sendo testado pela disseminação de novas variantes do vírus, além do descompasso entre os países no combate à pandemia.

Por último, espera-se que a volatilidade seja impulsionada pelo aumento da atividade no mercado de opções, juntamente com o aumento da participação das ações de crescimento (como tecnologia, por exemplo) nos principais índices ao redor do mundo.

Por enquanto, a baixa volatilidade reduz o custo de travar a proteção contra o lado negativo. Posteriormente, a possível futura volatilidade pode criar melhores pontos de entrada para investidores que buscam construir uma exposição de longo prazo.

Anote aí!

Dia de agenda cheia. Além dos balanços corporativos, chamam atenção, no Brasil, o Relatório Mensal da Dívida Pública de março, a sondagem do consumidor e do comércio e a geração de empregos formais em março.

Lá fora, destaque para a reunião do Fed e a participação de Biden na sessão conjunta do Congresso. A fala de Christine Lagarde, presidente do BCE, pode trazer pressão adicional.

Curiosamente, dados asiáticos e da Oceania têm lugar no calendário do dia.

Usualmente deixado de lado pelos investidores internacionais, os preços ao consumidor australiano têm seu momento hoje, muito por conta de a Austrália ter reduzido as restrições à pandemia muito cedo.

Os investidores se interessam em ver a reação dos preços frente ao processo de reabertura.

Vendas no varejo japonês também mostram consumidores se adaptando às restrições renovadas sobre o país – inúmeras localidades na Ásia têm apresentado piora na pandemia.

Muda o que na minha vida?

Este não é um ciclo normal de recessão e recuperação.

Alguns dados apontam que existem mais empresas nas principais economias do mundo hoje do que há um ano, ainda que vários negócios tenham fechado permanentemente, principalmente os ligados a serviços, o que poderia significar que a capacidade de negócios cresceu.

Essa situação única torna inútil tentar encaixar a recuperação econômica em um modelo tradicional de recessão e recuperação.

Veja, a recessão foi muito incomum. Primeiro, as taxas de falência de negócios nas economias avançadas tendem a cair.

Isso se deve ao apoio governamental direto e às baixas taxas de juros. Em segundo lugar, houve uma explosão de abertura de empresas na maioria das principais economias, principalmente as ligadas à nova economia.

O crescimento surpreendente na criação de negócios começou por volta de agosto de 2020 e mais do que compensou a desaceleração da criação de negócios durante os lockdowns.

Muitas empresas teriam falido se não fosse a ajuda do governo.

Resta entender como essas empresas se comportarão em um segundo momento, depois da normalização, uma vez que estas não podem sobreviver para sempre como fizeram nos últimos 12 meses.

Hoje, de modo geral, a economia mundial está se recuperando com mais capacidade e competição empresariais do que em qualquer recuperação econômica anterior.

Os efeitos para o crescimento econômico da década serão interessantes.

Fique de olho!

Está no ar o segundo episódio da nossa série O Rally do 4 de Julho.

A série apresentada por mim está detalhando melhor a estratégia para você fazer parte da história dos Estados Unidos de uma maneira que pode ser muito lucrativa.

Estamos observando o momento de retomada histórica da economia dos Estados Unidos que deve atingir seu ápice no dia 4 de julho, na festa de comemoração do Dia da Independência, e com todos os americanos vacinados.

E aqui está a sua chance…

Você precisa entrar nesse movimento antes do dia 4 de julho, por meio dessa estratégia segura e simples de ser aplicada, investindo em reais e aplicando aí da sua casa, no Brasil.

Ao longo da história norte-americana, vimos essa potência mundial se recuperar com muita força de tempos bastante desafiadores de crises e recessão.

Agora parece não ser diferente. O segundo episódio mostra por que acreditamos que essa retomada capitaneada pelos pacotes trilionários do presidente Joe Biden tem tudo para ser um “Novo New Deal”. Também vamos mostrar o que seu dinheiro tem a ver com tudo isso.

Por isso, convidamos você a assistir ao segundo episódio da série O Rally do 4 de Julho.

Aproveite agora a sua chance de buscar possíveis lucros com a retomada da maior economia do mundo.

Clique em qualquer botão do texto para se inscrever gratuitamente e assistir aos dois primeiros episódios. Se você já está inscrito(a) na série, vai receber o link direto para o vídeo 2 em seu email e no nosso grupo de telegram.

[Quero assistir o Episódio 2]

Um abraço,

Jojo Wachsmann

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Última atualização por Lucas Eurico Simões - 28/04/2021 - 8:58

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