Internacional

Preço alto da gasolina leva primeiro-ministro da Jordânia à renúncia

04 jun 2018, 13:48 - atualizado em 04 jun 2018, 13:55

O primeiro-ministro da Jordânia, Hani al-Mulk, foi forçado a renunciar, depois de protestos de rua crescentes contra o aumento no preço da gasolina, eletricidade, água, transporte público e tabaco, além de maior impostos para 165 produtos, feitos para atender o FMI e reduzir o déficit público, no valor de 40 bilhões de dólares.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O rei Abdullah cancelou uma viagem ao exterior, diante dos protestos no reino. Nas redes sociais os jordanianos estão escrevendo: “Não toque em meu salário”; “Governo de Ladrões” e “Não roubem nossos direitos”. A manifestação ocorrida no sábado levou 200 mil pessoas às ruas. Um boicote aos postos de gasolina foi proclamado.

A última vez em que os jordanianos saíram as ruas protestando foi em 1989, mas em número bem menor que os de hoje. Pediam a remoção do primeiro-ministro Zaid al-Rifai, o cancelamento do estado de emergência, reformas democráticas e o fim de medidas econômicas drásticas, cancelados os subsídios existentes.

O rei Abdullah já congelou o preço do combustível, para apaziguar os súditos. Ele deve também alterar o pacote de medidas enviado para aprovação. Como o pai, no passado, ele prefere trocar ministros de seu governo e atender às reivindicações das ruas do que perder o trono.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Leia mais sobre:
Por dentro dos mercados

Receba gratuitamente as newsletters do Money Times

OBS: Ao clicar no botão você autoriza o Money Times a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar