Ibovespa

Queda do Ibovespa assusta investidores, mas analista técnico do BTG avalia que tendência de alta continua

23 set 2026, 13:43
ibovespa-acoes
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

A queda do Ibovespa nesta quarta-feira reacendeu dúvidas sobre uma possível reversão de tendência, mas Lucas Costa, analista técnico do BTG Pactual, avalia que o movimento ainda faz parte de uma consolidação após a forte alta recente da bolsa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em entrevista ao Giro do Mercado, ele afirmou que não há evidências técnicas de mudança de direção do principal índice da bolsa brasileira. As médias móveis de curto, médio e longo prazo continuam alinhadas para cima, sinalizando que os compradores seguem no controle do mercado. O principal suporte está na média de 21 dias, aos 183.400 pontos.

Veja a análise completa no Giro do Mercado

“Para o índice voltar a acelerar, no entanto, será preciso romper os 189 mil pontos. Acima desse patamar, as próximas resistências aparecem em 192.600 e 199.500 pontos”, explicou o analista.

No exterior, as bolsas de Wall Street também operam no vermelho. Apesar de ter renovado máximas históricas recentemente, o Nasdaq ainda se encontra em uma faixa de lateralização iniciada em junho, segundo Costa.

O analista afirma que o índice precisa acumular mais fechamentos acima dos 30.725 pontos para confirmar o rompimento dessa região. Caso isso aconteça, os próximos alvos técnicos ficam em 33 mil e 34.870 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na avaliação de Costa, o setor de tecnologia segue sendo o principal motor do mercado, embora o ETF XLK (que replica o desempenho do setor de tecnologia da informação dentro do índice S&P 500) recue nesta sessão após falhar em superar uma resistência importante.

Já no mercado de commodities, o petróleo voltou a subir após cinco pregões consecutivos de queda. Para o analista, o movimento recente “se parece mais com uma correção dentro da tendência de alta do que com uma reversão”.

Ele ainda lembra que o Brent encontrou suporte na média móvel de 21 dias após atingir os US$ 109. A expectativa é de continuidade do cenário lateral, mas com leve viés positivo.

De acordo com Costa, os preços podem voltar a testar os US$ 109 e até US$ 115, enquanto a região de US$ 90 tende a funcionar como piso. No curto prazo, as principais resistências estão em US$ 103 e US$ 109.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com supervisão de Maria Carolina Abe

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar