Radar do mercado

BTG Pactual (BPAC11), Azul (AZUL53), Raízen (RAIZ4) e outros destaques desta segunda-feira (9)

09 fev 2026, 10:03 - atualizado em 09 fev 2026, 10:03
btg pactual
(Imagem: Reprodução)

O balanço do quarto trimestre de 2025 do BTG Pactual (BPAC11), o fechamento da oferta privada de títulos de dívida da Azul (AZUL53) e a contratação de assessores financeiros pela Raízen (RAIZ4) são alguns dos destaques corporativos desta segunda-feira (9).

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Confira os destaques corporativos de hoje

BTG (BPAC11): Lucro salta 40% e chega a R$ 4,6 bilhões no 4T25

BTG Pactual (BPAC11) encerrou o quarto trimestre de 2025 com lucro líquido ajustado de R$ 4,59 bilhões, alta de 40% em relação ao mesmo período de 2024, mostra documento enviado ao mercado nesta segunda (09).

Analistas consultados pela LSEG esperavam um resultado final de R$ 4,56 bilhões para o período.

Assim, o banco encerra o seu melhor ano da história com lucro de R$ 16,7 bilhões, elevação de 35%.

ROE, que mede o retorno sobre o patrimônio líquido, ficou em 27,6% no ano, salto de mais de quatro pontos percentuais.

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Dessa forma, o BTG não só ultrapassou como abriu distância para o Itaú (ITUB4) no quesito rentabilidade, que chegou a 24% nesse trimestre.

Azul (AZUL53) fecha oferta privada de R$ 1,37 bilhão em títulos no exterior

Azul (AZUL53) informou ao mercado o fechamento de sua oferta privada de títulos de dívida, avançando em mais uma etapa do seu processo de reestruturação. De acordo com o comunicado divulgado na noite de sexta-feira (6), a subsidiária Azul Secured Finance LLP concluiu a oferta no exterior de US$ 1,375 bilhão em títulos de dívida seniores com garantia prioritária, com remuneração de 9,875% e vencimento em 2031.

A oferta irá compor o financiamento de saída da companhia aérea do processo de recuperação judicial que enfrenta nos Estados Unidos (Chapter 11).

No documento, a Azul destaca que não houve e nem ocorrerá registro dos títulos de dívida na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), na Securities and Exchange Commission (SEC), ou em qualquer outra jurisdição.

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Com o cumprimento do cronograma de reestruturação, a previsão é de que a Azul deixe a recuperação judicial até o fim de fevereiro.

Raízen (RAIZ4) inicia contratação de assessores para avaliar opções estratégica

Raízen (RAIZ4) informou ao mercado que iniciou um processo de contratação de assessores financeiros para a busca de opções estratégicas voltadas ao fortalecimento da liquidez da companhia, otimização da estrutura de capital e interação com o mercado.

De acordo com o fato relevante divulgado nesta segunda-feira (9), os trabalhos ainda estão em fase preliminar e exploratória. Sendo assim, ainda não representam um compromisso vinculante relacionado a uma eventual transação ou operação específica.

“A companhia reforça o seu compromisso com a continuidade regular de suas atividades, reconhecendo a relação com seus clientes, fornecedores e parceiros de negócios como essenciais para a sua operação”, diz a Raízen no documento.

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A companhia pontua que a assessoria irá auxiliar na elaboração de um diagnósticos e na avaliação de possíveis caminhos.

A Raízen enfrenta um cenário de alto endividamento, com a dívida líquida atingindo R$ 53,4 bilhões no segundo trimestre da safra 2025/26 — um aumento expressivo de 48,8% em relação ao ano anterior.

Ibama autua Petrobras em R$ 2,5 milhões por vazamento de fluido de perfuração na Foz do Amazonas

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) lavrou um auto de infração contra a Petrobras (PETR4) no valor de R$ 2,5 milhões por um vazamento de fluido de perfuração de poço exploratório na Bacia da Foz do Amazonas, em janeiro.

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A informação, publicada pelo órgão nesta sexta-feira, confirma reportagem da Reuters de que o instituto multaria a Petrobras, segundo entrevista do presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho.

A região onde a Petrobras realiza o trabalho exploratório para encontrar petróleo e gás é tida como a de maior potencial para abrir uma nova fronteira de produção, mas também tem desafios ambientais e socioeconômicos, o que atrasou o licenciamento do poço por anos.

Segundo o Ibama, a autuação decorre da descarga de 18,44 m³ de fluido de perfuração de base não aquosa (mistura oleosa) no mar, oriunda do navio sonda 42 (NS-42).

Namíbia não reconhecerá acordo entre TotalEnergies e Petrobras (PETR4) por não seguir procedimento

Namíbia não reconhecerá a compra de participações offshore na Bacia de Luderitz anunciada na semana passada pela TotalEnergies e pela Petrobras (PETR4) até que as empresas petrolíferas sigam o processo adequado para aprovação, afirmaram autoridades governamentais neste domingo.

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Jonas Mbambo, porta-voz da Presidência, confirmou que, até que um pedido formal seja apresentado e o processo legal prescrito seja concluído, “nenhuma transação pode ser reconhecida ou considerada válida”.

A gigante petrolífera francesa TotalEnergies e a brasileira Petrobras anunciaram na sexta-feira (6) que adquiriram, cada uma, uma participação de 42,5% na licença de exploração PEL104 na costa da Namíbia, conforme ambas as empresas buscam desenvolver petróleo em uma das últimas fronteiras de exploração do mundo.

JBS (JBSS32) amplia operações no Oriente Médio

A produtora global de alimentos JBS (JBSS32) adquiriu uma participação de 80% em uma nova holding de alimentos em Omã, informou a empresa brasileira neste domingo (8), ampliando sua presença em um mercado de rápido crescimento que historicamente depende fortemente de importações de alimentos.

A maior empresa de carne do mundo está investindo US$ 150 milhões para produzir frango, cordeiro e carne bovina em duas unidades em Omã.

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O CEO da JBS, Gilberto Tomazoni, disse a repórteres que a empresa precisa desenvolver uma cadeia de suprimentos no Oriente Médio, acrescentando que criará seus próprios frangos e planeja comprar gado e cordeiro de produtores de Omã e do Norte da África.

A unidade de carne bovina e cordeiro da JBS em Omã já existe, mas está ociosa há cerca de um ano, segundo Tomazoni.

Riachuelo (RIAA3) prepara oferta de ações após resultados

A Riachuelo (RIAA3), prepara uma oferta subsequente de ações (follow-on) que poderá ser lançada após a divulgação de seus resultados financeiros, disse o Valor Econômico.

Em comunicado ao mercado, a empresa disse que avalia de forma contínua alternativas de captação de recursos como parte de sua estratégia corporativa. Entre as possibilidades analisadas está uma potencial oferta pública de ações, acrescentou.

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Segundo a companhia, o objetivo da eventual operação seria contribuir para a otimização da estrutura de capital e para o enquadramento do percentual mínimo de ações em circulação, conforme exigido pelo regulamento do Novo Mercado da B3.

A empresa destacou, no entanto, que ainda não tomou nenhuma decisão definitiva sobre a realização da oferta e que não contratou assessores financeiros até o momento.

BRB apresenta plano de recomposição de capital ao BC

Banco de Brasília (BRB) afirmou nesta sexta-feira (6) que apresentou ao Banco Central uma série de medidas que a instituição implementará para recompor seu capital, caso se mostre necessário, em meio a uma investigação relacionada ao Banco Master.

“O documento entregue pelo BRB ao órgão regulador apresenta um conjunto de ações preventivas de recomposição de capital a serem implementadas nos próximos 180 dias, caso seja comprovada a necessidade de aporte financeiro”, informou o BRB em nota após uma reunião entre o presidente do banco, Nelson Antônio de Souza, e o diretor de Regulação do BC, Gilneu Francisco Astolfi Vivan.

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O banco destacou no comunicado que eventuais valores de aporte necessários só serão definidos após a conclusão das investigações.

C&A (CEAB3) contrata a KPMG como novo auditor externo independente

C&A (CEAB3) informou ao mercado a contratação da KPMG Auditores Independentes para a prestação dos serviços de auditoria independente da varejista de moda a partir do exercício social de 2026, substituindo a Ernst & Young Auditores Independentes, que permanece responsável pela auditoria das demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.

Segundo a companhia, a decisão reflete o compromisso da C&A com as melhores práticas de governança corporativa e com as regras de independência e rotatividade previstas na Resolução CVM 23.

“A substituição decorre de procedimentos competitivos, com avaliação de critérios técnicos, de independência e comerciais, observadas as diretrizes da Política de Contratação de Auditor Externo da companhia”, diz o comunicado divulgado na noite de sexta-feira (6).

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Credores tomam participação de Tanure na Alliança Saúde e Light

Alliança Saúde informou no sábado que o fundo de investimento Opus passou a deter cerca de 49,11% das ações da empresa, conforme comunicado enviado ao mercado, em razão da excussão de alienação fiduciária sobre parte das ações da Alliança Saúde.

Em outro comunicado ao mercado no mesmo dia, a companhia disse que o fundo de investimento Prisma Infratelco VD passou a deter 10,72% das ações da Alliança Saúde, também como sequência da excussão.

Com estas mudanças acionárias, o fundo de investimento Fonte de Saúde e a Lormont Participações, ligados ao empresário Nelson Tanure, deixaram de ser acionistas controladores da empresa, passando a deter, em conjunto, 6,96% do capital social da companhia, disse a Alliança Saúde em fato relevante também publicado no sábado.

*Com informações da Reuters

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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