GPA (PCAR3), Dexco (DXCO3), Espaçolaser (ESPA3) e outros destaques desta quinta-feira (8)
A contratação de consultoria pelo GPA (PCAR3), o aporte da Dexco (DXCO3) e o enquadro da Espaçolaser (ESPA3) pela B3 são alguns dos destaques corporativos desta quinta-feira (8).
Confira os destaques corporativos de hoje
GPA (PCAR3) contrata unidade da Alvarez & Marsal para plano de eficiência
O grupo de supermercados GPA (PCAR3) anunciou nesta quarta-feira que contratou o braço de “melhoria de performance” da consultoria Alvarez & Marsal para apoiar a companhia dona da bandeira Pão de Açúcar a dar andamento a um plano de redução de custos e melhora de eficiência.
A empresa afirmou que a contratação da A&M Performance servirá para dar suporte ao plano de eficiência aprovado pelo conselho de administração em novembro.
Entre os objetivos desse plano está a redução do investimento neste ano para entre R$ 300 milhões e R$ 350 milhões ante R$ 693 milhões desembolsados nos 12 meses até o final de setembro de 2025.
O plano também prevê uma redução de despesas operacionais de pelo menos R$ 415 milhões em 2026.
Na última segunda, o conselho de administração do GPA elegeu Alexandre de Jesus Santoro como novo diretor presidente (CEO).
Dexco (DXCO3), receberá R$ 200 milhões de investidor
A fabricante de metais, louças sanitárias e painéis de madeira Dexco (DXCO3) anunciou nesta quarta-feira (7) que seu conselho de administração aprovou acordo da empresa com um “investidor institucional” que aportará cerca de R$ 200 milhões na controlada indireta Jatobá Florestal.
A companhia não identificou o investidor no fato relevante ao mercado, mas afirmou que ele passará a ter participação minoritária na Jatobá, que é uma sociedade de propósito específico voltada à exploração e comercialização de ativos florestais e arrendamento.
“A operação está alinhada à estratégia de investimento da Dexco, e tem o objetivo (de) atrair investidores para maximizar a eficiência econômica de suas atividades de base florestal, incluindo exploração e comercialização de ativos florestais e arrendamento de terras”, afirmou a empresa.
Espaçolaser (ESPA3) recebe enquadro da B3 para evitar condição de penny stock
A Espaçolaser (ESPA3) foi enquadrada pela B3 sobre as oscilações na cotação de suas ações, que apresentaram fechamento abaixo de R$ 1 e acenderam o alerta sobre uma condição de penny stock, mostra comunicado enviado ao mercado na noite de quarta-feira (7).
De acordo com as regras da B3, uma ação só é considerada penny stock quando permanece abaixo de R$ 1 por ao menos 30 pregões seguidos. A condição leva a algumas sanções por parte da Bolsa brasileira, como a retirada de índices dos quais faz parte.
No caso da Espaçolaser, a B3 identificou que, desde 19 de dezembro de 2025, a cotação das ações da companhia passou a oscilar e, em determinados pregões, apresentou preço de fechamento em centavos.
Segundo o comunicado, caso a cotação das ações ESPA3 permaneça, de forma consecutiva, em valor igual ou superior a R$ 1 durante 30 pregões entre o período de 6 de janeiro e 18 de fevereiro, a companhia irá resolver o desenquadramento.
No entanto, se durante esse período a cotação das ações encerrar abaixo de R$ 1 em qualquer pregão, a Espaçolaser deverá adotar as medidas cabíveis para o reenquadramento do valor de cotação de suas ações até o dia 18 de março de 2026. Nestas situações, um grupamento de ações é um caminho comumente utilizado.
Petrobras (PETR4) e Itaú (ITUB4) dividem pódio de ação favorita entre 15 analistas
A Petrobras (PETR4) e o Itaú Unibanco (ITUB4) dividem a liderança entre as ações mais recomendadas para quem busca dividendos no primeiro mês de 2026 — assim como em dezembro de 2025. Cada uma aparece em 10 das 15 carteiras consultadas pelo Money Times.
Logo atrás, a Vale (VALE3) ocupa o segundo lugar do ranking para janeiro, com nove indicações. A Caixa Seguridade (CXSE3) recebeu sete recomendações, completando o top três.
A Empiricus Research afirma que empresas “sólidas, geradoras de caixa e pagadoras de dividendos” serão essenciais para trazer equilíbrio necessário para atravessar este ano — que, apesar de promissor, promete muita volatilidade.
Os analistas dizem que o valuation “ainda atrativo” do Ibovespa, combinado com o efeito dos cortes de juros e com as chances maiores de ganhos em um resultado eleitoral positivo do que perdas em um cenário negativo, os mantêm otimistas com os ativos brasileiros.
No entanto, eles ressaltam que o ambiente ainda guarda riscos e exige uma postura diligente do investidor.
Light Energia tem aval do Cade para compra de comercializadora varejista
A Light Energia obteve aval da superintendência-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para aquisição da comercializadora de energia Tempo, conforme despacho publicado nesta quinta-feira no Diário Oficial da União.
Segundo informações apresentadas pelas empresas ao Cade, a Tempo é uma comercializadora independente não operacional e que possui licença para atuar no segmento varejista do setor elétrico, isto é, vendendo energia para consumidores de pequeno porte no mercado livre.
De acordo com a notificação ao órgão antitruste, a operação representa, para a Light, “oportunidade para aumentar sua eficiência operacional e competitividade no setor elétrico”.
*Com informações da Reuters