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Itaú (ITUB4), Prio (PRIO3), Raízen (RAIZ4) e outros destaques desta quinta-feira (19)

19 mar 2026, 9:33 - atualizado em 19 mar 2026, 9:33
Itaú
(Imagem: Divulgação)

O último dia para garantir fatia dos juros sobre o capital próprio do Itaú (ITUB4), a abertura do primeiro poço produtor do Campo de Wahoo pela Prio (PRIO3) e o rebaixamento de rating da Raízen (RAIZ4) pela Moody’s, são alguns dos destaques corporativos desta quinta-feira (19).

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Confira os destaques corporativos de hoje

Itaú (ITUB4) pagará R$ 3,85 bilhões em JCP e prazo para garantir fatia acaba nesta quinta-feira (19)

O conselho de administração do Itaú (ITUB4) aprovou em 26 de fevereiro a distribuição de R$ 3,85 bilhões em juros sobre o capital próprio (JCP), e esta quinta-feira (19) é o último dia para fazer jus e receber uma parcela do provento.

O montante total equivale a R$ 0,34888 por ação, com retenção de 17,5% de imposto de renda na fonte, resultando em juros líquidos de R$ 0,287826 por ação, exceto para os acionistas pessoas jurídicas comprovadamente imunes ou isentos.

A partir de amanhã, dia 20 de março de 2026, as negociações das ações do Itaú ocorrerão ex-direito aos juros sobre o capital próprio. O pagamento ocorrerá até o dia 31 de agosto de 2026.

“Os valores dos juros sobre capital próprio são pagos igualmente para as ações ordinárias (ITUB3) e preferenciais (ITUB4).”, diz o banco.

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Prio (PRIO3) abre primeiro poço produtor do Campo de Wahoo

Prio (PRIO3) informou ao mercado que abriu o primeiro poço produtor do Campo de Wahoo, em fato relevante divulgado ao mercado nesta quinta-feira (19).

De acordo com a petrolífera, após a estabilização da produção e conclusão dos procedimentos de medição fiscal, ocorrerá a divulgação de informações como a produtividade do poço, bem como a previsão de entrada dos demais poços produtores.

A companhia obteve em setembro do ano passado a licença do órgão ambiental federal Ibama para a interligação dos poços de seu campo de Wahoo.

Os poços de Wahoo, na Bacia de Campos, terão conexão com o navio plataforma chamado Frade, no campo de mesmo nome também operado pela Prio.

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Raízen (RAIZ4) tem rating rebaixado pela Moody’s Ratings após acordo com credores

Moody’s Ratings rebaixou o rating corporativo da Raízen (RAIZ4) de Caa3 para Ca, com perspectiva alterada de negativa para estável, conforme comunicado divulgado na terça-feira (18).

A agência também reduziu para Ca, de Caa3, a nota dos bônus seniores sem garantia de US$ 187 milhões com vencimento em 2027, emitidos pela Raízen Fuels Finance e garantidos pela companhia.

O rebaixamento ocorre após a Justiça de São Paulo conceder à Raízen um período de 180 dias de “standstill” (suspensão temporária de pagamentos) no âmbito de um plano de reestruturação extrajudicial, que já conta com a adesão inicial de 47% dos credores.

Segundo a Moody’s, o início desse período é considerado um “distressed exchange” — uma reestruturação com perdas para credores — e a expectativa é que a empresa suspenda pagamentos de juros e amortizações das dívidas incluídas no acordo durante as negociações.

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Petrobras (PETR4) contrata 8 termelétricas em leilão e estima R$ 4 bilhões por ano

A Petrobras (PETR4) contratou oito usinas do seu parque de energias termelétrico no Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP), realizado na quarta-feira (18), que devem trazer uma receita fixa anual estimada em aproximadamente R$ 4 bilhões. Ao mesmo tempo, afirma que segue avaliando suas estratégias de participação em futuros leilões.

Segundo a petrolífera, o resultado assegura a remuneração necessária para que os ativos estejam disponíveis para o setor elétrico durante o período de contratação, além de refletir a competitividade técnica e operacional de seu parque de energias termelétrico.

“Com o resultado exitoso da participação da companhia no LRCAP de 2026, a Petrobras reafirma a competitividade de seus ativos e o seu compromisso com a segurança energética do país, com a transição energética justa e com a criação de valor para seus acionistas”, disse a empresa em comunicado.

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PetroReconcavo (RECV3) apresenta nova certificação para reservas de 182,2 milhões de barris

PetroReconcavo (RECV3) apresentou nova certificação que atesta reservas de 182,2 milhões de barris de óleo provadas mais prováveis (2P) em seus ativos Bahia e Potiguar, segundo fato relevante divulgado na quarta-feira (18).

De acordo com o documento, 143,3 milhões de barris correspondem às reservas provadas (1P) e 61,4 milhões de barris são classificadas como reservas provadas desenvolvidas em produção (PDP).

A certificação foi elaborada pela consultoria independente Netherland, Sewell & Associates, Inc. – NSAI (“NSAI”), com data de referência de 31 de dezembro de 2025.

Segundo a empresa, o capex total associado ao desenvolvimento futuro das reservas provadas mais prováveis (2P) é de US$ 1,0 bilhão sendo US$ 685 milhões para as reservas provadas (1P), com o montante distribuído até 2036.

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Eneva (ENEV3) vence 5 GW em leilão e terá 2 novos hubs de gás

Eneva (ENEV3) conquistou contratos equivalentes a 5,06 gigawatts (GW) de capacidade no leilão realizado pelo governo, recontratando usinas já existentes e viabilizando a construção de dois novos “hubs” de usinas e terminais de gás, com investimentos totais estimados em R$ 18,2 bilhões, informou a companhia na noite de quarta-feira (18).

Em paralelo, a empresa também entrou como fornecedora de gás para outros vencedores do certame da véspera, contratando um total de 4,2 milhões de m³/dia por 15 anos a partir de 01 de outubro de 2028, e de 1,3 milhão de m³/dia por 10 anos a partir de 01 de agosto de 2031.

Dos ativos existentes de seu portfólio, a Eneva conseguiu novos contratos para as usinas Povoação 1Viana 1 e Luiz Oscar Rodrigues de Melo, que passarão a fornecer potência ao sistema elétrico a partir deste ano por mais 10 anos.

Também foram recontratadas usinas do Complexo Parnaíba, no Maranhão, para início de disponibilidade em 2028 e 2029, por 10 anos, e as duas termelétricas a carvão, em Itaqui (MA) e Pecém (CE).

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Smart Fit (SMFT3) aprova distribuição de juros sobre o capital próprio

O conselho de administração da Smart Fit (SMFT3) aprovou a distribuição de R$ 40 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP), equivalente ao valor bruto por ação de R$ 0,06512391838.

O pagamento ocorrerá em parcela única, no dia 30 de abril de 2026, conforme conta corrente e domicílio bancário informados ao BTG Pactual e sem passar por atualização monetária entre a data de anúncio e o efetivo pagamento.

Farão jus ao provento aqueles com posição acionária na companhia em 23 de março de 2026. A partir do dia 24 de março, as negociações ocorrerão “ex-juros sobre o capital próprio”, informa a Smart Fit.

A companhia pontua ainda que o valor por ação está sujeito à retenção de 15% de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF).

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TIM (TIMS3) pagará R$ 390 milhões em juros sobre o capital próprio

O conselho de administração da TIM (TIMS3) aprovou a distribuição de R$ 390 milhões na forma de juros sobre o capital próprio (JCP), mostra comunicado enviado ao mercado na noite de quarta-feira (18). O montante equivale ao valor bruto por ação de R$ 0,1632708888.

O pagamento ocorrerá até o dia 30 de abril de 2026. Farão jus ao JCP os acionistas com posição acionária na companhia em 23 de março de 2026.

Dessa maneira, as ações adquiridas a partir do dia 24 de março estarão ex-direito de distribuição dos juros sobre o capital próprio.

A TIM destaca que pode ocorrer uma alteração no valor bruto por ação devido a variação na quantidade de ações em tesouraria em função de recompras de ações realizadas no programa vigente.

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Motiva (MOTV3) assina contrato de financiamento de R$ 1,250 bi para obras no Metrô de São Paulo

Motiva (MOTV3), antiga CCR, anunciou na noite de quarta-feira (18) a assinatura de contrato de financiamento de R$ 1,250 bilhões para as obras de extensão da Linha 4 do Metrô de São Paulo.

A operação financeira foi realizada dentro da linha de crédito do Programa Pró-Transporte, do governo federal, com garantias corporativas proporcionais à participação de cada acionista no projeto.

Segundo comunicado divulgado, o acordo foi celebrado pela ViaQuatro, concessionária responsável pela operação da linha Amarela do metrô paulistano, que liga a estação da Luz (Centro), com a Vila Sônia (Zona Oeste).

Grupo Mateus (GMAT3) tem lucro líquido de R$ 324,3 milhões no 4º trimestre

Grupo Mateus (GMAT3) informou na noite de quarta-feira (18) que registrou um lucro líquido atribuído aos controladores de R$ 324,3 milhões no quarto trimestre de 2025, crescimento de 2,2% em relação aos últimos três meses de 2024, conforme balanço.

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A companhia apurou lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$ 612,5 milhões no último trimestre de 2025, representando um recuo de 3,1% em relação ao mesmo período no ano anterior.

A receita líquida no período avançou 20,9% em relação ao ano anterior, para R$ 10,55 bilhões, com a geração de caixa chegando aos R$ 379,1 milhões nos últimos três meses de 2025.

Tanure deixa conselho da Light (LIGT3) após perda de ativos e pressões do caso Master

Nelson Tanure renunciou na quarta-feira (18) ao cargo de membro independente do conselho de administração da Light (LIGT3) em um momento de pressão crescente sobre seus negócios.

De um lado, o empresário passou pela execução de garantias por credores que reduziu sua posição na Light e tirou dele o controle da Alliança Saúde (AARL3). De outro, seu nome voltou ao centro das notícias sobre o caso Banco Master.

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No comunicado ao mercado, a Light afirmou que recebeu a carta de renúncia de Tanure e agradeceu sua atuação durante o processo de recuperação judicial e transformação da companhia.

CVC (CVCB3) reduz prejuízo com avanço operacional

CVC (CVCB3) apresentou prejuízo líquido ajustado de R$ 3,6 milhões no quarto trimestre de 2025, redução em relação ao prejuízo de R$ 12,8 milhões no mesmo período de 2024. O período foi marcado por melhora operacional, mas ainda pressionado pelo resultado financeiro.

A melhora da última linha foi sustentada principalmente pelo avanço do Ebitda (Lucros antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização, na sigla em inglês), mesmo em um cenário de leve retração de receita e pressão no take rate.

A receita líquida somou R$ 362,1 milhões no 4T25, queda de 1,2% na base anual.

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O desempenho reflete uma dinâmica clara de mix. No Brasil, o crescimento seguiu puxado pelo B2B, com destaque para Rextur Advance e Visual Turismo, que continuam ganhando escala no corporativo. Já o B2C teve evolução mais moderada, em um ambiente de consumo ainda mais desafiador.

Hapvida (HAPV3) tem lucro líquido ajustado de R$ 181 milhões no 4T25

A operadora de saúde Hapvida (HAPV3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 180,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 64,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.

No consolidado de 2025, o lucro líquido ajustado soma R$ 1,234 bilhão, recuo de 32,3% ante 2024.

De outubro a dezembro, o Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Ebitda, da sigla em inglês) ajustado totaliza R$ 713,8 milhões, queda de 32,8%. No consolidado do ano, o Ebitda ajustado soma R$ 3,369 bilhões, baixa de 10,9%.

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O resultado reflete a dinâmica de utilização ao longo do período, influenciada por fatores sazonais, pelo ramp-up de novas unidades da rede própria e por iniciativas operacionais, parcialmente compensados por crescimento de receita, avanço do tíquete médio e disciplina financeira.

Vivara (VIVA3) projeta abrir entre 55 e 65 lojas em 2026

A Vivara (VIVA3) projeta abrir entre 55 e 65 lojas das marcas Vivara e Life em 2026, segundo fato relevante divulgado nesta quarta-feira, 18, pela companhia.

A previsão representa uma aceleração de pelo menos 35% no número de inaugurações em relação a 2025.

A empresa considera, em suas análises, a evolução do mercado de shopping centers no País e o potencial de consolidação das marcas Vivara e Life na liderança do mercado brasileiro de joias.

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“A expansão está apoiada no retorno consistente das lojas abertas nos últimos anos, que têm apresentado desempenho em linha ou acima das projeções iniciais”, afirmou.

MBRF (MBRF3): Lucro recua 92% no 4T25, para R$ 91 milhões

MBRF (MBRF3reportou uma queda de 91,9% no lucro líquido atribuído ao controlador no quarto trimestre de 2025 (4T25) na comparação com o mesmo período de 2024 (4T24), quando o resultado havia sido de R$ 1,125 bilhão.

O desempenho do trimestre teve impacto do aumento das despesas financeiras e custos associados à reestruturação e ao processo de fusão.

Na mesma base de comparação, o Ebitda ajustado recuou 9,1%, totalizando R$ 3,41 bilhões.

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A receita líquida avançou 4,8%, para R$ 43,915 bilhões, sendo R$ 30,965 bilhões no mercado interno e R$ 12,951 bilhões no mercado externo.

No acumulado do ano, o lucro líquido consolidado atribuído ao controlador foi de R$ 358 milhões em 2025, frente a R$ 1,619 bilhão em 2024.

Vibra (VBBR3): Líder do PT diz estar montando frente pela reestatização da antiga BR Distribuidora

O líder do PT na Câmara dos Deputados, Pedro Uczai (SC), afirmou que está recolhendo assinaturas para a criação de uma frente parlamentar em defesa da reestatização da BR Distribuidora, hoje Vibra (VBBR3) e de refinarias privatizadas durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As declarações ocorreram na quarta-feira (18), em entrevista coletiva à imprensa em Brasília.

Na ocasião, Uczai disse que a conjuntura internacional com a guerra dos Estados Unidos contra o Irã causa “apreensão” na economia brasileira e de outros países.

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O petista ponderou que a consequência para o Brasil é menor do que em outros países que não têm petróleo e empresas estatais como a Petrobras (PETR4), mas afirmou que as privatizações da gestão de Bolsonaro deixam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com poucos instrumentos para agir diante da alta nos preços dos combustíveis.

*Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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