Internacional

Reação da América Latina: Brasil, Colômbia, Chile, Cuba e México condenam ataque dos EUA à Venezuela, enquanto Argentina e Equador comemoram

03 jan 2026, 9:04 - atualizado em 03 jan 2026, 17:07
(Imagem: Pixabay)

Os presidentes de vários países da América Latina condenaram os ataques dos Estados Unidos à Venezuela neste sábado (3). Mais cedo, o presidente norte-americano, Donald Trump, confirmou a invasão no território venezuelano e a retirada de Nicolás Maduro e esposa do país.

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Em reação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil, convocou uma reunião de emergência para tratar sobre o ataque dos EUA à Venezuela. Lula condenou a ação militar dos EUA.

Segundo ele, os “bombardeios em território venezuelano e captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável”. “Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, acrescentou em publicação na rede dozial X.

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, disse que “observa com profunda preocupação os relatos sobre explosõs e atividades aéreas incomuns registradas nas últimas horas na Venezuela”, mas sem mencionar os EUA. O mandatário também afirmou o compromisso ‘irrestrito’ com os princípios da Carta das Nações Unidas”.

“A República da Colômbia reitera sua convicção de que a paz, o respeito ao direito internacional e a proteção da vida e da dignidade humana devem prevalecer sobre qualquer forma de confronto armado.”

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O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, chamou os ataques dos EUA de “criminosos” e afirmou que a “paz da região estão sendo brutalmente assaltada”.

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O presidente do Chile, Gabriel Boric, também condenou os ataques e pediu uma saída pacífica para a crise. Em publicação na rede social X, Boric reafirmou o apoio do seu país aos princípios básicos do Direito Internacional, como a proibição do uso da força, a não intervenção.

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“A crise venezuelana deve ser resolvida através do diálogo e do apoio ao multilateralismo, e não através da violência nem da injerência estrangeira”, disse Boric.

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Claudia Sheinbaum, presidente do México, também disse que a operação dos EUA viola a Carta das Nações Unidas.

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Já o presidente da Argentina, Javier Milei, reproduziu a notícia da captura de Maduro e escreveru “A liberdade avança”, em publicação no X.

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No Equador, o presidente Daniel Noboa disse que os venezuelanos que se opõem a Maduro e seu padrinho político Hugo Chávez têm um aliado no Equador. “Todos os narcochavistas criminosos terão seu momento”, afirmou Noboa no X. “Sua estrutura finalmente entrará em colapso em todo o continente.”

*Com informações da CNN, Reuters e GloboNews

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