Resumo: O Ibovespa (IBOV) engatou alta de mais de 1% no pregão desta quinta-feira (19), com o conflito entre Estados Unidos e Irã no radar.
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O presidente Donald Trumpafirmou os EUA precisam chegar a um acordo significativo com o Irã, citando boas conversas com o país.
“Estamos tendo boas conversas. Ao longo dos anos, provou-se que não é fácil chegar a um acordo significativo com o Irã. Precisamos chegar a um acordo significativo, caso contrário, coisas ruins acontecerão”, disse Trump na primeira reunião de seu Conselho da Paz em Washington.
Por volta de 12h41 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira subia 1,22%, aos 188.289,17 pontos.
No radar do mercado também está a divulgação da prévia do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
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O indicador mensal de atividade econômica (IBC-Br) registrou queda de 0,2% em dezembro, mostra dado divulgado pelo Banco Central (BC) nesta quinta-feira (19). A mediana das projeções medidas pela Reuters indicava queda de 0,5%. A prévia do Produto Interno Bruto (PIB) foi a 2,5% no ano.
Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:
Ao vivo
20h23
Irã informa ao secretário-geral da ONU que responderá “de forma decisiva” se for alvo de agressão militar
O Irã informou ao secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta quinta-feira, que Teerã considerará bases, instalações e ativos da “força hostil” na região como alvos legítimos se enfrentar uma agressão militar.
A retórica do presidente dos EUA, Donald Trump, em relação ao Irã “sinaliza um risco real de agressão militar”, afirmou a missão permanente do Irã nas Nações Unidas em carta, acrescentando que o Irã não deseja uma guerra. O Irã responderá “decisivamente” se for submetido a uma agressão militar, afirmou a carta.
Gol (GOLL54) conclui OPA com compra de 75% das ações preferenciais
A Gol (GOLL54) informou que a Gol Investment Brasil (GIB) adquiriu 5,66 bilhões de ações preferenciais no leilão da oferta pública de aquisição (OPA) realizado nesta quinta-feira (19), na B3.
O volume representa 0,06% do capital social total da companhia e 75% das ações preferenciais ofertadas. O preço foi de R$ 11,45 por lote de mil ações, somando cerca de R$ 64,8 milhões.
Fleury (FLRY3) chega aos 100 anos: CEO comenta apetite por M&As e perspectivas
De laboratório fundado em 1926, o Grupo Fleury (FLRY3) se tornou um ecossistema de saúde com 23 mil colaboradores, 5 mil médicos, presença em 14 estados e mais de 580 unidades de atendimento. No ano em que a empresa chega ao centenário, a CEO, Jeane Tsutsui, fala que vê este marco não como um ponto de chegada, mas de expansão estrutural.
“Estamos completando 100 anos com essa visão de preparar o Fleury para os próximos 100 anos. A ambição é nos fortalecermos como um dos líderes de saúde do Brasil, oferecendo uma saúde mais integrada, mais sustentável e que amplie o acesso”, afirmou a executiva, em entrevista ao programa Money Minds (assista à íntegra acima).
Cyrela (CYRE3) arrecada R$ 1,07 milhão em leilão e repassa valor a detentores de frações
A Cyrela (CYRE3) informou nesta quinta-feira (19) que levantou cerca de R$ 1,07 milhão com a venda de 35,9 mil ações em leilão realizado na B3.
As ações vendidas são resultado das frações remanescentes do processo de bonificação de ações preferenciais de classe especial. Essas frações foram agrupadas e alienadas em leilão, conforme prevê a legislação societária.
Ibovespa fecha quinta-feira com alta de mais de 1% com ajuda de petroleiras e fluxo
Após começar o pregão sem muito fôlego, o Ibovespa (IBOV) engatou alta e fechou com ganho de 1,35%, aos 188.535 pontos, no pregão desta quinta-feira (19). Na máxima do dia, o índice avançou 1,44%.
O principal suporte veio das ações de peso. A tensão geopolítica entre Estados Unidos e Irã voltou a impulsionar o petróleo, com o barril do Brent subindo 2,17%, a US$ 71,88. As preferenciais da Petrobras (PETR4), que têm participação relevante no índice, avançaram 1,67%, a R$ 37,81 — movimento que também apareceu em outras petroleiras.
Banco do Brasil (BBAS3) se antecipa e pagará R$ 400 milhões em juros sobre o capital próprio
O Banco do Brasil(BBAS3) pagará R$ 400,3 milhões em juros sobre o capital próprio antecipado, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta-feira (19).
Segundo o documento, o valor por ação será de R$ 0,07, a ser pago em 11 de março de 2026.
Ministro pede flexibilização de critérios para empréstimos subsidiados a companhias aéreas
O governo analisa afrouxar as condições para que companhias aéreas acessem financiamentos com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), fundo público que está previsto para liberar R$ 4 bilhões a partir deste ano.
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, solicitou ao Ministério da Fazenda a flexibilização das regras dos empréstimos às aéreas, segundo documentos vistos pela Reuters.
O Ibovespa fechou a quinta-feira (19) em alta de 1,16%, aos 187.967,40 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.
18h08
Alta alavancagem, queima de caixa: Os problemas que a CSN (CSNA3) terá que resolver, segundo Moody’s
A alta alavancagem é um problema para CSN(CSNA3), o que fez a Moody’s a rebaixar o rating da companhia para Ba3 para B2. Segundo a agência de classificadora de risco, a empresa terá que correr atrás para reduzir o seu endividamento se quiser sonhar com ratings melhores.
Vale lembrar: quando o rating piora, o custo de captação tende a subir
Soja fecha em alta em Chicago com perspectivas de demanda
Os contratos futuros da soja negociados em Chicago subiram pelo terceiro dia consecutivo nesta quinta-feira (19), oscilando perto da máxima de três meses da sessão anterior, com as projeções de compra da China e um forte esmagamento nos EUA fornecendo suporte, enquanto as previsões de plantio limitaram os preços.
O trigo também subiu com a cobertura de posições vendidas, enquanto o milho caiu com negociações técnicas.
Dólar tem leve queda, na contramão do exterior, com suporte do petróleo e IBC-Br mais forte
O dólar fechou em leve queda frente ao real nesta quinta-feira (19), com baixa de 0,04%, a R$ 5,2282, descolando do movimento observado no exterior.
Lá fora, o índice DXY — que mede a força da moeda norte-americana frente a uma cesta de divisas de países desenvolvidos — subia 0,20% por volta das 17h, aos 97,89 pontos.
Ouro fecha em leve queda com tensões entre EUA e Irã, ata do Fed e espera por dados
O ouro fechou em leve queda nesta quinta-feira (19), em meio a novas falas do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre um possível ataque ao Irã, repercussões da ata hawkish da quarta-feira (18), do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e liquidez reduzida na Ásia devido ao Ano-Novo Lunar.
Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para abril encerrou em queda de 0,24%, a US$ 4.997,40 por onça-troy.
Petróleo fecha em alta de 2%, com continuidade de escalada militar entre EUA e Irã
O petróleo fechou em alta próxima de 2% nesta quinta-feira (19), expandindo ganhos frente ao acirramento das disputas militares entre Estados Unidos e Irã e no Leste Europeu. O impasse sobre um acordo nuclear com o regime de Teerã aumenta os prêmios de risco da commodity ao ampliar chances de interrupção no fornecimento global.
Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para abril fechou em alta de 2,07% (US$ 1,35), a US$ 66,40.
Azul (AZUL53) derrete até 50% após conclusão de oferta de ações e homologação de capital; o que está acontecendo?
As ações da Azul (AZUL53)chegaram a derreter 50% no pregão desta quinta-feira (19), após a companhia concluir sua oferta de ações e homologar aumento de capital, que totalizou R$ 4,987 bilhões.
Na B3, as ações AZUL53 recuavam 34,51%, a R$ 167, por volta de 16h (horário de Brasília). Acompanhe o tempo real.
Justiça determina liberação do acesso ao terminal da Cargill no Pará
A Justiça brasileira determinou na noite de quarta-feira a liberação do acesso ao terminal portuário fluvial de Santarém (PA), onde opera a empresa de comércio de grãos Cargill, segundo decisão assinada pelo juiz federal Shamyl Cipriano vista pela Reuters.
A portaria das instalações da Cargill tem sido bloqueada por grupos indígenas que protestam contra os planos de dragagem do rio Tapajós.
USDA: EUA ampliarão plantio de soja em 2026 e cortarão área de milho
Os agricultores norte-americanos ampliarão o plantio de soja e reduzirão os acres destinados ao milho em 2026, estimou nesta quinta-feira (19) o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), indicando ainda que as safras devem estar entre as maiores já registradas pelo país.
A agência projetou o plantio de milho em 94 milhões de acres este ano, abaixo da máxima de 89 anos de 98,8 milhões de acres em 2025.
Caixinhas x cofrinhos: BB ganha espaço na disputa pelo investidor e alcança R$ 1 bi sob gestão
Na disputa cada vez mais acirrada pelo investidor iniciante, o Banco do Brasil alcançou R$ 1 bilhão em saldo no Cofrinho BB e avança sobre um território que, nos últimos anos, passou a ser dominado por bancos digitais, como o Nubank. O movimento reforça a estratégia da instituição de disputar espaço na formação da nova geração de investidores, especialmente os mais jovens.
Criado para permitir aplicações a partir de R$ 0,01, com liquidez diária e sem tarifas adicionais, o Cofrinho direciona os recursos para um fundo de renda fixa simples atrelado à Selic. Segundo o banco, mais de 42% dos investidores da ferramenta têm até 25 anos, evidenciando o foco no rejuvenescimento da base e na atração de clientes desde os primeiros aportes.
Renault prevê margens menores em 2026 em meio à concorrência chinesa
O Grupo Renault previu margens menores para 2026 nesta quinta-feira (19), após divulgar uma queda de 15% no lucro operacional no ano passado, o que afetou negativamente suas ações, em um momento em que a montadora enfrenta crescente pressão sobre os preços por parte de rivais chineses e tradicionais.
As ações da Renault caíram quase 6% ao longo do pregão, enquanto o mercado analisava os resultados do grupo, que vem sendo liderado pelo novo diretor executivo, François Provost, desde o verão.
Fluxo cambial total em 2026 até 13 de fevereiro está positivo em US$ 6,5 bilhões, diz BC
O fluxo cambial está positivo em US$ 6,556 bilhões em 2026 até o dia 13 de fevereiro, segundo dados preliminares divulgados pelo Banco Central (BC) nesta quinta-feira, 19.
O canal financeiro apresenta entradas líquidas de US$ 6,041 bilhões. Já o fluxo comercial é positivo, somando US$ 514 milhões no ano.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
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