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BTG Pactual altera 3 ações em sua carteira recomendada de análise técnica para janeiro: Veja Quais

15 jan 2026, 15:32 - atualizado em 15 jan 2026, 15:32
BTGImagem: Divulgação/BTG Pactual
O BTG Pactual realizou alterações na sua carteira recomendada de análise técnica para janeiro de 2026 (Imagem: Divulgação/BTG Pactual)

O BTG Pactual realizou alterações na sua carteira recomendada de análise técnica para janeiro de 2026.

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O banco retirou Tesla (TSLA), Localiza (RENT3) e Copel (CPLE3). Entraram São Martinho, CVC (CVCB3) e Raia Drogasil (RADL3).

A composição possui 10 ativos, todos com peso igual de 10%. Na revisão de janeiro de 2026, a carteira superou o Ibovespa no período (+3,54% vs. +2,72%) e acumula forte desempenho desde o início (+79,42% vs. +56,94%).

O primeiro ativo que compõem o portfólio é o Bradesco (BBDC4) que, após mais de dois anos de consolidação, rompeu a resistência histórica e entrou em tendência de alta no médio prazo. No curto prazo, a ação passa por um processo de lateralização que o banco avalia como positivo, pois afirma que o movimento é saudável e está acima das médias móveis relevantes.

Em seguida, a Allos (ALOS3) foi mantida na carteira por apresentar uma tendência de alta desde o início do ano passado. De acordo com os analistas do BTG, o ativo forma fundos ascendentes, embora esteja passando uma lateralização. Um rompimento do topo recente pode destravar um movimento de continuação da alta.

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Petrobras (PETR4) foi outra ação que seguiu recomendada pelo BTG, com alta bem definida desde 2025. O rompimento das resistências entre 31,50 e 32,00 reforçou o movimento comprador em direção ao topo histórico. Os analistas afirmam que, para o cenário se consolidar, as ações da petroleira precisam se manter acima do novo suporte de 32,50.

Já a São Martinho (SMTO3) chegou como novidade para o BTG. No médio prazo a ação perde a força, mas no curto prazo há sinais claros de reversão. O rompimento das médias móveis indicou um aumento da pressão compradora e os analistas afirmam que desde o pregão de 10 de dezembro foram observadas novas máximas e mínimas mais altas.

A  Vale (VALE3) também apresenta tendência de alta bem estruturada. As médias móveis da companhia seguem alinhadas para cima, sustentando o movimento. Para o BTG, o cenário segue construtivo enquanto os suportes forem preservados.

Os papeis da WEG (WEGE3) iniciaram uma reversão de baixa para alta no curto prazo, mantendo um suporte relevante na região dos 35,00. O preço voltou a operar acima das principais médias móveis, e a sustentação acima da média de 200 dias é vista como crucial para validar a reversão.

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Outra atualização da carteira foi a entrada de CVC (CVCB3). Embora a companhia tenha um movimento lateral no médio prazo, desde o fim de 2025 há um forte aumento do movimento comprador. A análise do BTG aponta uma continuidade no movimento de alta, com resistências relevantes mais à frente.

A Aura Minerals (AURA33), que já estava na carteira, mantém uma tendência de alta sólida no curto e médio prazo, com sucessivas renovações de topo. O relatório do banco afirma que o ativo está se beneficiando do contexto favorável para as commodities metálicas.

Fechando as novidades veio a Raia Drogasil (RADL3), que reverteu uma tendência de baixa e agora forma um triângulo ascendente, o que indica continuação. O rompimento da resistência atual pode destravar novas altas, segundo as projeções técnicas.

Por fim, o BTG escolheu CSN (CSNA3) que, após um longo ciclo de queda, confirmou uma reversão no curto prazo, apoiada na redução da pressão vendedora.

Veja a carteira completa:

Empresa Ticker Peso (%)
Banco Bradesco BBDC4 10
Allos ALOS3 10
Petrobras PETR4 10
Aura Minerals AURA33 10
Vale VALE3 10
São Martinho SMTO3 10
CVC CVCB3 10
Raia Drogasil RADL3 10
CSN CSNA3 10
WEG WEGE3 10

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Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
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